Polícia Civil prende chefe do tráfico da Providência e comparsa; outros dois morrem em confronto

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A Polícia Civil interceptou um grupo de criminosos e o chefe do tráfico da Providência, em um dos acessos do morro, na noite desta sexta-feira (21). O cerco foi realizado graças a dados de inteligência obtidos em uma ingestação sobre a venda de drogas na Região Central da cidade do Rio. Nela, agentes foram informados de que Alexandre da Silva Santos, vulgo Chandon ou Xandão, de 26 anos, iria se deslocar, junto com comparsas, para outra comunidade dominada por sua facção neste dia e período.

Alvo principal da ação, Xandão assumiu o comando da venda de drogas no morro da providência depois da prisão de Evalnilson Marques da Silva, o Dão. Ele também é acusado de ter assassinado o Sargento PM Luiz Felipe Pinto Rodrigues, à época servindo no GSI do Governo do Estado, desempenhando a função de segurança do então secretário de governo. Alexandre possui 17 anotações criminais e quatro mandados de prisão pendentes em seu desfavor.

O cerca foi realizado por policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) na esquina das ruas América e Gamboa, onde os bandidos foram encontrados armados e em um carro roubado. Assim que tentaram abordar o veículo, os policiais foram atacados a tiros. Após intenso confronto, dois indivíduos, identificados como Yago Guimarães dos Santos, vulgo Marginal, e Jorge Guimarães dos Santos, vulgo Cabelinho, de 26 e 28 anos, respectivamente, acabaram morrendo no local. Xandão e seu comparsa, Igor Ribeiro dos Santos, de 21 anos, foram socorridos e levados ao Hospital Souza Aguiar.

Polícia montou cerco em um dos acessos do morro

A ação apreendeu dois fuzis, duas pistolas, carregadores, munições, caderno com anotações da contabilidade do tráfico local, além de certa quantidade de cocaína em pequenos envelopes. O local foi preservado, e a Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada.

A DRE conta com a apoio da população para o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado e, para isso, coloca à disposição o telefone (21) 98596-7485 para denúncias anônimas. O sigilo é garantido.



Fonte: Fonte: Jornal Extra