PM foi morto por ocupantes em carro de aplicativo roubado com este objetivo

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O carro utilizado pelos autores do crime havia sido roubado no dia 24 de outubro, no bairro Pinheirinho, e era de um motorista de aplicativo. De acordo com Nobrega, com a perícia a PC poderá chegar aos possíveis suspeitos.

“Esse veículo foi periciado, agora vamos contar com a rapidez na identificação da impressões para, posteriormente, fazer o confronto dos eventuais suspeitos. Também estamos tentando levantar imagens de onde ocorreu o roubo do veículo, para ver se conseguimos identificar e qualificar os autores desse roubo para, então, chegar nos autores do homicídio”, explicou o delegado.

Além do veículo identificado, o celular do PM também foi encontrado dentro do carro dele. “O aparelho é de vital importância para as investigações. Não temos motivação no momento, mas acreditamos que com as informações que vamos extrair deste celular, vamos conseguir exito nas diligências, identificando a autores e motivação. Acreditamos que algum problema pessoal, ou alguma situação envolvendo a família possa ter alguma relação. Mas após o celular ser periciado podemos detalhar mais”, esclareceu Nobrega.

O caso

O PM estava no próprio carro, também da marca Gol, e de folga no momento do crime. Segundo a perícia, o sargento foi atingido com dois tiros, um do braço e outro no pescoço. “Esse no pescoço que foi a causa da morte. Outro foi de raspão nas costelas dele”, esclareceu a delegada Iara Dechice, da DHPP.

O sargento da PM morava perto de onde foi assassinado e estava com a arma da corporação. “Mas ele não chegou nem usar a arma. Não temos ideia do que possa ter acontecido. Ele não teve chance de defesa. Levantou o braço para se proteger, por isso foi atingido neste local”, contou Dechice.

O PM era uma pessoa querida e trabalhava na Polícia há 26 anos. “Uma pessoa boa, trabalhadora, tranquila e que não tinha inimizade com ninguém. Não se sabe se foi assalto ou o que foi”, salientou a delegada.

“Era um excelente profissional, um homem dedicado. Vai fazer falta na Polícia Militar e com certeza na família. Deixou uma filha e a esposa”, completou Dechice.

O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil.