Preso suspeito de assaltar joalheria no Juvevê e que deixou segurança ferido a bala

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O suspeito de assaltar uma joalheria no bairro Juvevê, em Curitiba, há quase dois meses, foi localizado e preso neste fim de semana. Com passagens anteriores pela polícia, ele já foi condenado e responde a diversos inquéritos.

O suspeito fugiu após atingir o segurança com tiros.
Foto: Reprodução.

Por volta das 14h do dia 23 de julho deste ano, uma sexta-feira, o suspeito deu voz de assalto em um estabelecimento na Avenida João Gualberto. Na ocasião, o segurança da loja reagiu e foi baleado, tendo sido encaminhado ao hospital, sem risco de morte.

A ação foi flagrada por câmeras de segurança. (Assista ao vídeo no final).

Entre várias ocorrências de natureza semelhante registradas no mês de julho, esta chamou a atenção da polícia, segundo o delegado Rodrigo Brown, chefe do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), e foi iniciada uma minuciosa investigação.

“Ele tentou no meio da tarde efetuar o roubo, mas foi detido pelo segurança da loja, que entrou em luta corporal com o ladrão e foram efetuados diversos disparos, um deles acertou o segurança na mão”

relembra o delegado.

O rapaz fugiu após os disparos e estava foragido desde então.

Investigação

Em algumas semanas de investigação, como relata Brown, a polícia identificou o suspeito e conseguiu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão autorizados pela Justiça.

Segundo o delegado do Cope, trata-se de um rapaz de 21 anos, condenado a oito anos por crime de roubo e que responde a sete inquéritos pelo mesmo tipo de crime.

“Sempre com violência e com arma de fogo, ou seja, um elemento de alta periculosidade, apesar de não ter muita experiência”

afirma o delegado.

O rapaz usa tornozeleira eletrônica. “Ele deixou o equipamento descarregar no dia do crime, proprositadamente. E aí cometeu a tentativa de roubo, depois justificando ao Poder Judiciário que havia esquecido de recarregar o equipamento.”

Indiciado por mais um roubo, Brown explica que ele será enquadrado no crime de latrocínio tentado, uma vez que “não atentava contra a vida das pessoas e sim objetivava o produto de valor da joalheria, aceitando o risco da consequência de matar pessoas com disparos que fez”.

A polícia apura sobre a atuação de comparsas, mas ainda não há informações concretas. O nome do suspeito não foi revelado pela polícia.

Vídeo





Fonte: Banda B