As empresas aéreas deverão ser obrigadas a rastrear e garantir mais segurança e proteção ao animais nas viagens. É a nova ordem, aprovada pela Comissão de Meio Ambiente do Senado, que definiu regras claras para o transporte de pets em voos. O regramento foi batizado de “Lei Joca”.
A proposta segue agora para nova votação na Comissão de Infraestrutura do Senado. Pelas novas normas, as empresas aéreas devem assegurar acomodação, movimentação e monitoramento dos pets, sobretudo em voos mais longos.
A iniciativa ocorre quase 9 meses depois de a Polícia Civil concluir que o cão Joca, um golden retriever, de 5 anos, morreu por choque cardiogênico. O cachorro foi devolvido sem vida ao tutor, após erro da companhia aérea no transporte. O caso teve repercussão nacional.
Mais segurança e apoio
As novas regras devem ser inseridas em um capítulo específico no Código Brasileiro de Aeronáutica.
De acordo com o texto, em casos dos cães-guias está mantido o direito de acompanhar o tutor na cabine.
Já as situações em que os animais são transportados no compartimento de cargas do avião, as companhias aéreas assegurar um serviço de rastreamento que garanta o bem-estar do pet.
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Há 9 meses, o golden retriever Joca, de 5 anos, morreu durante viagem aérea, o tutor João Fantazzini ficou inconsolável. Agora a Comissão de Meio Ambiente do Senado aprova a Lei Joca que estabelece regras para o transporte dos aos pets nos voos. Foto: Correio Braziliense
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