Operação da PM aperta cerco contra principal miliciano do Rio


Agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foram acionados para cercar Luis Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho, e houve tiroteio e confronto

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Luis Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho, é o maior e mais procurado miliciano do Rio de Janeiro

A Polícia Militar do Rio de Janeiro está perto de prender o miliciano mais procurado do Estado. Se trata de Luis Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho, que estaria circulando pela comunidade de Santa Cruz, na Zona Oeste da capital fluminense e área de domínio do grupo paramilitar comandado por Zinho. O serviço de inteligência da da Polícia Militar descobriu que o criminoso participava de encontros e reuniões com outros milicianos nessa região. Agentes da tropa de elite da PM-RJ, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), foram acionados e na chegada dos policiais houve tiroteio e confronto. Informações oficiais dão conta de que pelo menos um dos milicianos morreu. Conhecido como Lobão, ele estaria na linha de frente da comunidade do Aço e faria parte da milícia de Zinho. Ele chegou a ser socorrido e levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) nas redondezas, mas não resistiu aos ferimentos. O caso é investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Zinho herdou os negócios de seu irmão, Wellington da Silva Braga, conhecido como Ecko, que morreu no ano passado em um cerco da Polícia Civil. Zinho, Ecko e a família Braga expandiram seus domínios nos últimos anos dentro da milícia fundada por Carlos Alexandre Braga, o Carlinhos 3 Pontes, que morreu em 2017 também em um confronto com a polícia. As forças de segurança do Rio de Janeiro montaram uma espécie de força-tarefa em 2020, durante a pandemia, para tentar asfixiar os grupos paramilitares e reduzir o poderio dos milicianos. Desde então, mais de mil pessoas já foram presas.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga





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