O pesadelo de Milei antes de importantes eleições na Argentina

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O negócio renderia até US$ 800 mil mensais (cerca de R$ 4,3 milhões), e as empresas farmacêuticas deveriam pagar 8% de propina para assegurar contratos com o Estado. Deste valor, 3% seriam destinados à irmã de Milei, sobre quem já pairavam denúncias de cobrar para arranjar encontros com o presidente.

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G1 Mundo