O fascínio e o preconceito contra a China que atravessam história do Brasil | Mundo


Ho He Dgent seria um repórter, correspondente internacional do Tomh-Ha-Pao e do Shanghaian Times, duas publicações chinesas sobre as quais até hoje nada se sabe: “O autor das aludidas cartas conhece sobejamente as coisas do Brasil, e as observa desde há muito”, declara Simão de Mantua, suposto tradutor, nas primeiras páginas do livro. “Não pode, pois, ser um diplomata em missão rápida e passageira pelo nosso país, como a princípio se supôs.”



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