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Amar Charles Marouf, um cidadão canadense, resume o boicote como uma questão de valores: “Somos um país que se orgulha, imperfeitamente, mas intencionalmente, de valores como inclusão, equidade e direitos humanos. Quando esses valores parecem fora de sintonia com o que está acontecendo do outro lado da fronteira, fica mais difícil justificar nossa participação lá.”
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G1 Mundo






