Governo avalia usar recursos parados de emendas de relator para recompor orçamento de ministérios


Educação seria uma das pastas mais impactadas nos últimos dias, com contingenciamento de bilhões de reais, impactando o funcionamento de institutos federais de ensino

Divulgação/UFRJFachada do prédio da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Fachada do prédio da Universidade Federal do Rio de Janeiro

O governo federal já traçou uma estratégia para recompor o orçamento de ministérios, entre eles o da Educação, que foram afetados por um novo contingenciamento de recursos. A ideia, segundo pessoas ligadas ao governo ouvidas pela Jovem Pan em condição de sigilo, é buscar recursos de emendas de relator que estão parados. As conversas com esses políticos responsáveis pelas quantias ainda não utilizadas e integrantes do governo já foram iniciadas. Há um clima de expectativa entre reitores de universidades e estudantes do Rio de Janeiro pela recomposição, já que o Estado possui muitas unidades de ensino federais: UFRJ, Unirio, Universidade Rural, UFF. A UFRJ estima que o novo contingenciamento teve impacto de R$ 18 milhões. Um primeiro contingenciamento, também neste ano, foi de R$ 23 milhões. A Unirio, estima algo em torno de R$ 3 milhões; UFF e Universidade Rural ainda não fizeram  seus diagnósticos, mas estão preocupados, uma vez que a falta de recursos obriga a renegociação de contratos com fornecedores e prestadores de serviço. Além disso as unidades de ensino têm associadas a elas hospitais ambulatórios e colégios federais.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga





Jovem Pan