CoronaVac não poderá mais ser usada se não conseguir registro definitivo em até um ano

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A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que se a CoronaVac não conseguir o registro definitivo em até um ano, ela não poderá mais ser utilizada no país como vacina contra a Covid-19.  

A decisão afeta também outros produtos contra a Covid-19 que tenham recebido autorização emergencial durante a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). Atualmente, a CoronaVac é a única vacina que ainda não possui registro definitivo, Fiocruz/AstraZeneca, Pfizer e Janssen já receberam a autorização definitiva.  

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“O principal objetivo da medida é de não impactar o fornecimento de vacinas e medicamentos contra a Covid-19 à população brasileira. A revisão foi necessária já que, em decorrência do fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), declarada pelo Ministério da Saúde, pela Portaria 913/2022, as AUEs [autorizações de uso emergencial] perderiam automaticamente a sua validade”, explica a Anvisa em nota. 

CoronaVac não poderá mais ser usada se não conseguir registro definitivo em até um ano. Imagem: Rafael Serathiuk/Shutterstock

Saiba para quem é recomendada a quarta dose da vacina contra Covid-19, segundo a OMS 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a quarta dose da vacina contra a Covid-19 deve ser direcionada apenas para idosos e pessoas imunocomprometidas, aquelas que possuem o sistema imunológico comprometido.   

“Não há dados específicos que justifiquem recomendar a quarta dose de forma mais ampla”, contou a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, em entrevista coletiva.   

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“Sabemos que em alguns grupos a imunidade diminui rapidamente. Se você é mais velho ou tem uma doença que afeta o sistema imunológico, se está em tratamento de tireoide, usa medicação contra o câncer ou tem diabetes grave, então o sistema imunológico não responde bem e uma quarta dose pode ajudar”, aconselhou Swaminathan.  

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