Com Mion, patrocinador da seleção paga fortuna à Globo para ‘consolar’ brasileiros · Notícias da TV



Após a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo para a Croácia, as empresas precisaram correr para reajustar as campanhas em tom otimista para o hexacampeonato. Patrocinador da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e da Globo nas transmissões do mundial, o Itaú comprou o espaço mais nobre de anúncio do Jornal Nacional para lançar uma campanha de “consolo” aos brasileiros.

Com um texto narrado por Marcos Mion, o comercial de 30 segundos foi exibido logo depois da escalada com notícias do dia do JN. O espaço é chamado de “break exclusivo” ou “golden break”. O custo para mostrar a campanha nessa faixa nobre é de R$ 1,36 milhão.

“O break exclusivo é um intervalo criado especialmente para a exibição de um único comercial/mensagem. Nenhuma outra marca, produto ou anunciante divide a atenção do telespectador”, explica a Globo, em seu site da área de Negócios.

Para anunciar durante 30 segundos em um comercial simples do Jornal Nacional, as empresas pagam R$ 852 mil. Para o intervalo especial, a Globo cobra uma taxa de 60%.

O Itaú se vende nas campanhas ligadas ao futebol como o “patrocinador oficial de todas as Seleções Brasileiras de Futebol”. No vídeo transmitido no horário nobre da líder de audiência, o banco expressou tristeza pela derrota da equipe de Tite para Croácia e aproveitou para incentivar a audiência a torcer com o mesmo afinco pela Seleção Brasileira de futebol feminino, que vai disputar a Copa do Mundo em julho do ano que vem.

“A gente não vai deixar de sonhar. Estaremos juntos em 2023 com a seleção feminina, na Austrália, buscando a primeira estrela”, falou o apresentador do Caldeirão.

Além do Itaú, a Globo tem outros cinco patrocinadores nas transmissões da Copa do Mundo do Catar: Ambev, Claro, Magalu, BRF e Pixbet. Segundo apurou o Notícias da TV, a emissora negociou cada cota por cerca de R$ 175 milhões.




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