Famílias deixam abrigo e se mudam para novos lares

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Foto: PMAR
Família chega à casa obtida com o Aluguel Social

Angra dos Reis – Sete famílias, vítimas das fortes chuvas que atingiram volume histórico em Angra dos Reis no início de abril, que ainda estavam abrigadas na Escola Municipal Raul Pompeia, na Monsuaba, passaram este sábado de mudança para novos lares.

A Secretaria de Desenvolvimento Social e Promoção da Cidadania acompanha, junto com a Defesa Civil e lideranças da comunidade, a saída das famílias do abrigo para imóveis alugados por meio do aluguel social, benefício concedido pela Prefeitura para proprietários e inquilinos de imóveis que tiveram as residências interditadas de forma permanente pela Defesa Civil.

As mudanças realizadas hoje visam permitir que essas pessoas passem o domingo de Páscoa em suas novas casas.

Além do transporte, feito por caminhão da Defesa Civil, as famílias recebem um kit – com colchões novos, cesta básica, água, produtos de higiene pessoal e limpeza. Com as mudanças deste final de semana na Monsuaba, sobe para 91 o total de famílias assistidas pelo Aluguel Social, que receberam o benefício após terem suas casas interditadas pela Defesa Civil.

– É o recomeço para essas pessoas, e nada mais importante do que permitir a elas uma Páscoa em suas próprias casas, retomando a sua dignidade social e sua identidade. Tudo está sendo feito com muita tranquilidade e respeitando o tempo de cada família – disse o secretário de Desenvolvimento Social, Eduardo Barbosa Sampaio.

O secretário explicou que os imóveis alugados passam por avaliação da Secretaria de Assistência Social e Defesa Civil. Ainda de acordo com o secretário, durante a permanência no abrigo, as famílias contaram com alimentação, acompanhamento psicológico, assistência em saúde e assistência em tempo integral.

 

Recomeço

 

Severino Francisco da Silva, de 44 anos, foi um dos beneficiados pelo aluguel social, com o qual celebrou de contrato de aluguel de uma casa, no mesmo bairro, onde vai morar com a mulher, Maria das Graças, e a filha Ane Lavine, de 8 anos. A família perdeu o imóvel onde

morava deslizamento de terra, ocorrido durante a madrugada no dia 1º de abril. Por 14 dias, Severino e a família viveram no abrigo da Prefeitura.

– Estamos vivos e temos saúde. É difícil deixar uma casa própria para vivermos de aluguel, mas agora estamos em uma casa segura – disse Severino, que trabalha como motorista em uma empresa de ônibus.

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Fonte: Diário do Vale