Procon notifica mercados em Nova Friburgo, no RJ | Região Serrana

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O Procon de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, notificou 11 mercados em uma operação nesta quinta-feira (10). Os estabelecimentos ficam nos bairros Centro e Nova Suíça, além do distrito de Campo do Coelho.

De acordo com o Procon, a visita buscou verificar a ocorrência de possíveis práticas abusivas nos mercados da cidade.

Nesta sexta, foram verificados os valores do arroz, óleo de soja, feijão e leite em cada um dos estabelecimentos visitados.

Ainda de acordo com o Procon, todos os estabelecimentos foram notificados para que no prazo de dez dias apresentem a nota fiscal dos produtos com preço de compra e comprovem o valor de repasse ao consumidor.

De acordo com o coordenador do Procon, Alexsandro Gabetta, as ações continuam frequentes e atenderão a todas as localidades do município.

“Vale lembrar a população que o Procon está atento e à disposição da população pelos telefones 2525-9179, 2525-9204 ou 2525-9253, todos os dias da semana, das 9h às 16h, ou também pelo e-mail proconnf@gmail.com, para recebimento de denúncias e reclamações”, ressaltou o coordenador.

De acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o preço dos alimentos foi destaque para a alta de 0,24% da inflação oficial do país em agosto.

O Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) subiu 2,44% em 12 meses, enquanto a inflação dos alimentos subiu 8,83% no período.

Esta alta não tem apenas um alimento responsável, pois a maioria deles está com preços recordes no campo. Porém, dois chamaram a atenção nos últimos dias: o arroz, com valorização de 19,2% no ano, e o óleo de soja, que subiu 18,6% no período

A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) mostrou preocupação com o elevado preço dos produtos, em especial os que compõem a cesta básica da população brasileira.

“Reconhecemos o importante papel que o setor agrícola e suas exportações têm desempenhado na economia brasileira. Mas alertamos para o desequilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado interno para evitar impactos no abastecimento da população, principalmente em momento de pandemia do novo coronavírus (COVID-19)”, afirmou a Asserj.


Fonte: G1

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