Vinte toneladas: cidade do Pará promove ‘maior churrasco do mundo’; veja!

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp



Nesta terça-feira (10) o município de Parauapebas, na região sudeste do estado do Pará, completa 34 de emancipação, e em comemoração o município anunciou que irá realizar nada menos do que ‘O maior churrasco do mundo’.

Em vídeos divulgados nas redes sociai vc vcs, é possível ver a preparação do churrasco. São cerca de 20 toneladas de carne em 1.200 costelhões, que foram servidos à população. 

O principal objetivo é entrar para o Guinness Book. Para isso, churrasqueiros de diversos lugares foram convidados, sendo eles do Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Maranhão e Pará. O evento iniciou por volta das 10h. 

“Ao invés de só fazer os shows, este ano nós vamos fazer um grande churrasco na cidade. Nós queremos fazer o maior churrasco do mundo”, anunciou o prefeito Darci Lermen no mês passado.

Para ser o maior churrasco do mundo, Parauapebas tem que ultrapassar a marca do Festival BBQ Mix, que aconteceu em Goiânia (GO) em 2020, onde foi servido 23 mil porções de carne ao longo de oito horas, entrando para o Guinness Book.

Nas redes sociais, internautas questionaram sobre os recursos utilizados para a promoção do “churrascão” na cidade.

“Parece mentira, mas não é. O prefeito Darci Lermen (MDB) de Parauapebas no Pará está fazendo hoje o ‘maior churrasco do mundo’, no aniversário da cidade. 20 mil quilos de carne. Parauapebas é o centro da mina de Carajás, da Vale”, escreveu um repórter e pesquisador no Twitter. Ele citou ainda os recursos de CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) recebido por Parauapebas.

Dados em um relatório no sistema da ANM (Agência Nacional de Mineração) apontam que Parauapebas recebeu R$ 2.457.515.481,42 em recursos da CFEM no ano de 2021.

Prevista na Constituição de 1988, a CFEM é repassada aos Estados, ao Distrito Federal, Municípios, e aos órgãos sob gerência da União, “como contraprestação pela utilização econômica dos recursos minerais em seus respectivos territórios”, esclarece a ANM, responsável pela administração da iniciativa.

*Com informações do portal Uol



Fonte: O São Gonçalo