intervalo entre segunda e terceira doses da vacina no Rio será a partir de três meses em idosos que não estão em asilos; confira

0
17


Para tomar a terceira dose da vacina contra a Covid-19 no município do Rio, serão adotados prazos mínimos diferentes em relação à data da segunda dose para os idosos que estão em instituições de longa permanência e os demais. Os que estão nesses lugares terão um intervalo de no mínimo seis meses entre a segunda dose e a de reforço. Já os demais maiores de 60 anos terão um prazo menor, de no mínimo três meses. A novidade foi anunciada durante a divulgação do 34° boletim epidemiológico da cidade, nesta sexta-feira.

— Os demais idosos que não estão em instituição de longa permanência deverão tomar a terceira dose conforme o calendário que divulgamos, independentemente da data da segunda dose, mas com um prazo mínimo de três meses de diferença. Entre a segunda e a terceira doses, deve haver no mínimo três meses — informou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Nesta quinta-feira, a Prefeitura do Rio divulgou um novo calendário de vacinação contra a Covid-19, já com datas para a aplicação da terceira dose em idosos. De acordo com o cronograma, que depende do envio de imunizantes pelo Ministério da Saúde, todos os cariocas com 60 anos ou mais vão receber o reforço até 30 de outubro.

O prazo mínimo de seis meses divulgado anteriormente para a aplicação da terceira dose — agora apenas para idosos em asilos e casas de repouso — deixou confusa uma parcela dos demais idosos. Isso porque, conforme o calendário do novo reforço para a população em geral, muitas idades tomarão o reforço num intervalo menor que seis meses em relação à data da segunda aplicação. O motivo foram os atrasos no cronograma da campanha, que adiaram o recebimento da segunda dose para alguns grupos, como os idosos de 75 anos.

Comprovante de imunização: Saiba como tirar o certificado de vacinação da Covid-19

A dúvida foi esclarecida, contudo, nesta sexta-feira, com o encurtamento do prazo da aplicação entre a segunda dose e o reforço da vacina em idosos que não estão em instituições. Portanto, se a terceira dose está marcada para acontecer num período menor que seis meses em relação à data da sua segunda dose, o idoso poderá se vacinar.





Fonte: G1