Antes do réveillon, prefeitura faz operação para encontrar objetos enterrados em Copacabana

Nos preparativos para uma das maiores festas de réveillon do mundo, a Secretaria municipal de Ordem Pública (Seop) prossegue suas ações da Operação Tatuí pela Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, à procura de objetos proibidos enterrados na areia. Nesta sexta-feira, um freezer vazio foi encontrado pelos agentes na altura do Posto 5.

— Essa é uma megaoperação que precisa de um planejamento bem robusto e estruturado. Hoje nós fizemos um extensivo da Operação Tatuí, que é tradicional, para reforçar essa vigilância embaixo das areias e retirar mercadorias, como bebidas, freezers, isopores enterrados. Ano passado, a gente encontrou bastante coisa — afirma Brenno Carnevale, secretário municipal de Ordem Pública.

Para além das ações específicas, mais de 1.500 agentes da Seop e Guarda Municipal farão o patrulhamento da festa. Do total, 355 guardas vão atuar exclusivamente no controle e na fiscalização do trânsito. As equipes do Grupamento Especial de Trânsito farão a implantação e o monitoramento dos pontos de bloqueio de acordo com o planejamento feito pela CET-Rio. Na Avenida Atlântica, esquina com a Rua República do Peru, o Centro de Controle estará estacionado durante toda a noite.

Em diversos pontos do local, segundo a Seop, a equipe mobilizada irá fiscalizar ambulantes na faixa de areia e coibir os que estarão circulando pelas calçadas e remover com reboque os veículos estacionados nos arredores da praia fora do horário limite (19h30 do dia 31).

Pulseiras de identificação para crianças serão distribuídas na praia de Copacabana pela Seop e Guarda Municipal
Pulseiras de identificação para crianças serão distribuídas na praia de Copacabana pela Seop e Guarda Municipal Foto: Fábio Costa/Secretaria de Ordem Pública

Pulseira de identificação para crianças

Uma novidade apresentada pela Seop são as pulseiras de identificação para crianças que estarão disponíveis nos 95 postos de atuação da Guarda Municipal na orla e vias de acesso do bairro. Os pais podem pedir aos agentes para realizar o preenchimento da pequena ficha de informações que ajudem a realizar contato.

— As pessoas que trouxerem seus filhos vão poder identificá-las com nome e telefone, isso para poder evitar e minimizar os casos de perdidos durante o réveillon — acrescenta o secretário.



Fonte: Portal G1