Restaurante Popular de Macaé encerra atividades e deixa de atender quase 2 mil pessoas/dia

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Em comemoração ao Dia das Crianças, “Grandes Pequeninos” realiza duas lives em outubroO Restaurante Popular “Prato Cheio”, localizado no bairro Aroeira, em Macaé, encerrou suas atividades ao público. Em nota oficial, as Lojas Maçônicas Gonçalves Ledo, Obreiros de Macaé e Lacerda Agostinho, responsáveis pela administração e execução do projeto, justificam o fechamento alegando que o contrato de termo de fomento com o município terminou neste sábado, e que não houve renovação do convênio.

No local, entre 10h45 e 13h30, eram servidas cerca de 1,9 mil refeições para munícipes, em sua maioria, de baixa renda. Os responsáveis pelas Lojas Maçônicas macaenses manifestaram pesar com o fechamento. O convênio entre o município e as sociedades maçônicas, foi celebrado em 30 março de 2004 e, através dele, foram servidas mais de quatro milhões e quinhentas mil refeições pelo preço simbólico de R$ 1,00, com gratuidade para crianças até 10 anos e idosos acima de 60 anos.

“Agradecemos a todos que acreditaram e confiaram na Maçonaria macaense nesses dezesseis anos, e que, de alguma forma, contribuíram para o talvez maior e mais importante projeto social que existiu na cidade de Macaé. Estamos à disposição da sociedade para retomar o projeto quando as condições sanitárias permitirem, seja novamente com o Poder Público seja com a iniciativa privada através de compensações sociais de futuros empreendimentos”, disse a nota assinada pelos Veneráveis das Lojas Maçônica Gonçalves Ledo nº 49, Lacerda Agostinho nº 3769 e Obreiros de Macaé nº 2075.

Além de fornecer refeições de qualidade por um preço baixo, o restaurante também detectava problemas de vulnerabilidade social, com a ajuda de profissionais especializados, que realizavam pesquisas de qualidade e orientação, encaminhando os assistidos aos órgãos competentes. Os locais mais acionados eram o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Aroeira e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).

“A ideia surgiu do Poder Público, no governo do então prefeito Silvio Lopes Teixeira. E a proposta foi trazida para as Lojas Maçônicas Gonçalves Ledo e Perseverança Segunda pelo próprio prefeito e pelo secretário de agricultura Alvair Silva Benjamin. Eles gostariam que o município, à exemplo de outros, tivesse o seu restaurante popular, e foi firmado Convênio que veio sendo aprimorado e renovado sucessivamente entre as partes”, disseram os veneráveis.

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©Plantão dos Lagos
Fonte: Clique Diário
Fotos: divulgação

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