“Trabalhava como CLT na capital, mas, por questões pessoais, buscava uma rotina profissional mais flexível. Quando retornei a Petrópolis, encontrei na cooperativa novas oportunidades de atuação e, principalmente, um ambiente voltado para servir ao próximo, algo que sempre fez parte do meu perfil. Foi assim que me encantei pelo cooperativismo e, em pouco tempo, ampliei minha atuação, passando de cinco para 50 atendimentos por semana”, disse o nutricionista.






