Doses da vacina de Oxford para o Norte Fluminense chegam em Campos, no RJ | Norte Fluminense

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Um helicóptero transportando 5.610 doses da vacina Oxford/AstraZeneca para cidades do Norte Fluminense chegou em Campos dos Goytacazes, na manhã desta segunda-feira (25). A aeronave pousou no aeroporto Bartolomeu Lisandro.

Vacinas da Oxford/AstraZeneca chegam ao aeroporto de Campos, no RJ — Foto: João Vitor Brum/Inter TV

As doses que chegaram na aeronave serão distribuídas para as cidades de Campos, São Joao da Barra, São Francisco de Itabapoana, São Fidélis e Cardoso Moreira, sendo:

  • 4.640 doses para Campos dos Goytacazes
  • 400 doses para São João da Barra
  • 410 doses para São Francisco de Itabapoana
  • 420 doses para São Fidélis
  • 140 doses para Cardoso Moreira
  • Totalizando 5.610 doses

Representantes dos cinco municípios estavam no local para receber a entrega do material.

Secretário estadual de Saúde, Carlos Alberto Chaves participa da entrega de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca no Norte Fluminense — Foto: João Vitor Brum/Inter TV

O secretário estadual de Saúde, Carlos Alberto Chaves, participou da entrega da vacina Oxford/AstraZeneca em Campos e disse que a segunda leva da CoronaVac – primeira vacina distribuída no país após aprovação de uso emergencial – chega entre 5 e 7 de fevereiro.

Um esquema de segurança foi montado no aeroporto para garantir a segurança na entrega das doses e contou com o apoio de policiais e viaturas da Polícia Militar.

Esquema de segurança foi montado no Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos, RJ, para a chegada da vacina de Oxford contra a Covid-19 — Foto: João Vitor Brum/Inter TV

Ao contrário da CoronaVac, todas as doses da Oxford/AstraZeneca serão aplicadas neste momento — não serão feitas reservas para segunda dose. A medida foi tomada tendo em vista que a aplicação da segunda dose pode ser realizada em 90 dias após a primeira.

A Secretaria Estadual de Saúde informou que enviou um ofício aos municípios recomendando uma busca ativa para levantar casos de idosos e deficientes vivendo em instituições que não estejam cadastradas no Ministério da Saúde e, por isso, possam não ter recebido ainda doses da CoronaVac.

O documento solicita ainda que os gestores municipais comuniquem à Subsecretaria de Vigilância em Saúde possíveis divergências.



Fonte: G1

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