Confira a entrevista com Wladimir Garotinho, candidato à Prefeitura de Campos pelo PSD | Norte Fluminense

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No dia 15 de novembro 360.626 eleitores de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, vão às urnas escolher quem vai ser o prefeito e os vereadores da cidade a partir de 1º de janeiro de 2021. E para ajudar o eleitor a definir o seu voto, o G1 convidou os 11 candidatos a participar de uma entrevista com cinco perguntas sobre temas que influenciam a vida da população.

Os candidatos que enviaram as respostas após o prazo não tiveram os seus conteúdos publicados. Respostas que ultrapassaram o limite de caractere, previamente informado, também foram cortadas para garantir o mesmo espaço de resposta a todos os postulantes.

Wladimir Garotinho é o candidato pelo Partido Social Democrático (PSD) à Prefeitura de Campos. Wladimir tem 35 anos é publicitário e cumpre mandato como deputado federal. Ele é filho dos ex-governadores do estado, Anthony Garotinho e Rosinha Matheus.

Confira a entrevista com o candidato:

1. Caso eleito, quais medidas, na prática, o senhor pretende implementar para a população ter acesso a uma saúde pública de qualidade?

O governo gastou R$ 857 milhões com saúde, mas os hospitais filantrópicos não recebem, as UBS estão fechadas, não há remédios, nossos hospitais estão em ruínas. Vamos implantar o Estratégia de Saúde da Família, para as pessoas terem resolutividade na ponta, onde moram. E reabrir as UBS, porque hoje, de 80 apenas pouco mais de 20 postos funcionam e o povo não tem a quem recorrer. Vou recuperar nossos dois hospitais que estão caindo e fazer uma central de regulação que funcione, para as pessoas não ficarem nos corredores esperando. A saúde tem jeito, basta ter comprometimento, gestão e vontade de fazer.

2. É possível não depender dos recursos dos royalties numa gestão municipal? Como?

Vamos criar alternativas com parcerias, inovação, apoio às vocações naturais. Estudamos a cidade com mais de 114 técnicos, de universidades, setores produtivos, para buscar soluções. Não dá apenas para olhar para trás e só dar desculpas como é hoje. Vamos montar equipes técnicas, fazer gestão eficiente das receitas, reduzir gastos, definir prioridades com sensibilidade social e foco no crescimento. Há muitas receitas para captar com projetos, convênios, parcerias e isso não acontece hoje. Vamos apoiar a Agricultura, empresas locais e atrair novas, para gerar receitas, renda e empregos.

3. Infraestrutura da cidade: quais as prioridades e como atendê-las?

É triste ver Campos abandonada por esse governo como é hoje. O campista sente vergonha com a cidade em que vive: ruas cheias de buracos, o lixo espalhado na rua sem limpeza regular, praças abandonadas, prédios públicos deteriorados. A prioridade é arrumar a casa e fazer o governo funcionar de verdade. Recuperar creches, escolas, UBS, hospitais, ruas e estradas é o mais urgente. É preciso comprometimento, vontade de fazer. Vamos tirar Campos desse isolamento de hoje: buscar receitas com convênios para apoiar essas ações, com a União, com o Estado, com parcerias e diálogo.

4. Quais serão as principais ações do governo voltadas para o desenvolvimento da economia local e geração de empregos em Campos?

Nosso governo vai ser facilitador para o setor produtivo gerar empregos. Vou chamar nossas universidades para apoiar a agricultura, captar receitas com projetos técnicos para o produtor rural ter comercialização e rentabilidade. Vou criar a Zona Especial de Negócios da Baixada de Campista, como âncora para as empresas do Porto do Açu. Campos é que tem a infraestrutura necessária na região, de escola, hospital, comércio, para absorver essas empresas e empregos. Isso vai gerar receitas para a cidade e empregos, principalmente para os jovens, porque vamos investir muito em qualificação para isso.

5. Cite outras ações, além das citadas anteriormente, ou algum projeto específico que o senhor gostaria de implementar e contar à população sobre?

O nosso governo vai ter o olhar voltado para as pessoas e a cidade. Vamos reabrir o Restaurante Popular e garantir segurança alimentar, inclusão social. Fazer as Vilas Olímpicas voltar a atender crianças, jovens e idosos. Estou me reunindo com técnicos, trabalhadores e empresas para a gente ter um transporte coletivo que funcione de verdade. E logo no início de nossa gestão vamos acabar com aquela estação de passageiros feita com tendas e banheiros químicos, toda improvisada. A mobilidade urbana eficiente oferece acesso a serviços públicos, irriga a economia no comércio, gera empregos.

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Fonte: G1

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