Confira a entrevista com Sabrina Luz, candidata à Prefeitura de Macaé pelo PSTU | Região dos Lagos

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No dia 15 de novembro 164.425 eleitores de Macaé, no interior do Rio, vão às urnas escolher quem vai ser o prefeito e os vereadores da cidade a partir de 1º de janeiro de 2021. E para ajudar o eleitor a definir o seu voto, o G1 convidou os 11 candidatos a participar de uma entrevista com cinco perguntas sobre temas que influenciam a vida da população.

Os candidatos que enviaram as respostas após o prazo não tiveram os seus conteúdos publicados. Respostas que ultrapassaram o limite de caractere, previamente informado, também foram cortadas para garantir do mesmo espaço de resposta a todos os postulantes.

Sabrina Luz é a candidata à Prefeitura de Macaé pelo PSTU. Ela tem 39 anos e é professora do ensino fundamental.

Confira a entrevista com a candidata:

1 – Que tipo de ação pretende implementar parar gerar recursos para a cidade reduzindo a dependência dos royalties?

Macaé é belíssima, temos praias, cachoeiras, a reserva de Jurubatiba, a biodiversidade da Mata Atlântica, uma história rica e um povo acolhedor vindo das mais diversas partes do país com sua multiplicidade cultural. Tudo isso será aproveitado, iremos incentivar a agricultura familiar, a comunidade pesqueira, turismo ecológico e rural.

Promoveremos eventos culturais, a exemplo do Jaz e Blues de Rio das Ostras, faremos feiras e festivais literários, teatrais, musicais e de cultura norte e nordeste. Também investiremos no desenvolvimento de fontes alternativas de energia como a eólica e solar.

2 – Como o senhor (a) pretende usar as novas tecnologias para tornar o atendimento público mais eficiente em alguma (s) área (s)? Explique sobre esse alinhamento do governo com as novas tecnologias.

Usaremos um aplicativo para que a população saiba quando o ônibus irá passar em uma determinada parada, também implantaremos o bilhete único para que as pessoas possam trocar de coletivo em qualquer ponto sem ter que pagar uma nova passagem.

Buscaremos facilitar ao máximo a vida da população permitindo, por exemplo, que consultas, exames e reclamações sobre os serviços públicos possam ser realizados pela internet.

Para defender as mulheres que tenham medidas protetivas implantaremos uma central de monitoramento que irá verificar a distância entre a tornozeleira eletrônica e o celular da vítima.

3 – Infraestrutura da cidade: quais as prioridades e como atendê-las?

Em primeiro lugar duplicaremos a ponte da barra e ampliaremos a Av. Amaral Peixoto até o Lagomar, para diminuir os engarrafamentos. Revitalizaremos a ferrovia entre o Lagomar e parque de tubos e tiraremos o VLT do papel.

Para evitar os alagamentos investiremos em macro drenagem e em áreas verdes para que a água tenha para onde escoar. Construiremos bairros planejados para abrigar a população que hoje está em áreas vulneráveis.

Levaremos saneamento básico e água para toda a cidade. Por fim revitalizaremos a mata ciliar do Rio Macaé, precisamos preservar essa fonte preciosa de água em nossa cidade.

4 – Caso eleito, quais medidas, na prática, o senhor (a) pretende implementar para a população ter acesso a uma saúde pública de qualidade?

A pandemia da COVID-19 demonstra a importância de fortalecer o Sistema Único de Saúde. Defendemos que toda a rede privada de saúde de Macaé seja municipalizada, hospitais e laboratórios não devem mais ser fontes de lucro. É a prefeitura sob o controle dos trabalhadores quem deve gerir toda saúde.

Ampliaremos e melhoraremos o programa saúde da família. Vamos cuidar das pessoas antes delas ficarem doentes, mas para isso precisamos de profissionais e unidade suficientes para garantir o atendimento inclusive domiciliar em especial para os mais idosos e as pessoas com necessidades específicas.

5 – Cite outras ações, além das citadas anteriormente, ou algum projeto específico que o senhor (a) gostaria de implementar e contar à população sobre?

Os trabalhadores, as donas de casa, os pequenos agricultores e pequenos empresários devem mandar na cidade e em 100% do orçamento através dos Conselhos Populares em cada bairro e local de trabalho. A Prefeitura e a Câmara de Vereadores irá implementar as decisões do conselho, todo político na cidade irá ganhar o salário de uma professora ou de um operário.

Os conselhos dos bairros elegerão delegados para levar o que foi decidido para o Conselho Geral da Cidade, estes terão mandatos revogáveis, podendo ser trocados a qualquer momento, caso ele não represente mais os interesses daqueles que o elegeram.

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Fonte: G1