De acordo com o delegado titular da 143ª DP (Itaperuna), a interlocutora do golpe ligou para a vítima, pela manhã, se passando por funcionária da farmácia popular, informando que mandaria entregar os remédios de uso contínuo usados pela idosa na própria residência dela, demonstrando, segundo as investigações, que os bandidos possuíam informações privilegiadas sobre a vítima.
G1 Norte Fluminense