STJD pune Gabigol com dois jogos de suspensão; Flamengo vai recorrer

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Gabigol já cumpriu uma partida de punição e, desta forma, deve desfalcar o time de Renato Gaúcho diante do Grêmio, no próximo domingo, 19, no Maracanã

THIAGO RIBEIRO/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDOGabigol foi expulso na partida entre Flamengo e Internacional

O Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu punir o atacante Gabriel Barbosa, do Flamengo, com dois jogos de suspensão por aplaudir o árbitro ironicamente e dizer que o “futebol brasileiro é uma várzea” após ser expulso na partida diante do Internacional, no dia 8 de agosto, em confronto válido pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Gabigol já cumpriu uma partida de punição e, desta forma, deve desfalcar o time de Renato Gaúcho diante do Grêmio, no próximo domingo, 19, no Maracanã. A diretoria rubro-negra, no entanto, irá tentar o efeito suspensivo para que ele possa estar em campo.

A maioria dos auditores da Quinta Comissão Disciplinar do STJD entendeu que Gabriel Barbosa assumiu conduta contrária à ética desportiva e desrespeitou os membros da equipe de arbitragem. A pena para quem puniu essas infrações poderia chegar a seis jogos de suspensão. “A partida estava paralisada, o Flamengo estava perdendo, ele isolou a bola e recebeu o amarelo. O atleta espera o árbitro virar de costas e levanta os braços para aplaudir. Pelo contexto em que se deram essas palmas, a prova é autoexplicativa. Entendo que a primeira conduta está configurada. Quanto à segunda conduta, o atleta diz ‘mano isso é uma piada’. É óbvio que ele pode tecer as considerações que quiser sobre o futebol brasileiro, mas quando ele diz que isso é uma piada, ele está se referindo à decisão do árbitro. Consigo identificar duas vezes a conduta desrespeitosa dele. O próprio atleta no depoimento pessoal reconhece que respeita todos os árbitros, diz que os fatos não vão acontecer novamente. Eu entendo que também restou configurada a segunda infração. Uma partida em cada, totalizando dois jogos”, votou o relator Vanderson Maçullo.





Fonte: Jovem Pan