Neymar critica árbitro chileno e diz que quer enfrentar Argentina na final da Copa América

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Camisa 10 da seleção afirmou em entrevista após vitória contra o Peru que Roberto Tobar foi arrogante

WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDONeymar reclamando com o árbitro Roberto Tobar

Neymar criticou o árbitro chileno Roberto Tobar pela postura adotada na vitória do Brasil sobre o Peru por 1 a 0 nesta segunda-feira, 5, no Estádio Olímpico Nilton Santos, pelas semifinais da Copa América, e revelou o desejo de enfrentar a Argentina de Lionel Messi na decisão. “Ele é um árbitro muito arrogante. A forma como ele olha, é uma falta de respeito. Ele pode errar ou acertar, isso faz parte do jogo, mas não pode ser um árbitro de semifinais de Copa América”, opinou o camisa 10 da seleção ainda no campo de jogo após o triunfo no Rio de Janeiro. O craque deixou de lado a rivalidade em prol da amizade que tem com alguns jogadores e disse que prefere uma vitória da Argentina sobre a Colômbia nesta terça-feira, em Brasília, na outra semifinal da competição continental. “Quero a Argentina porque tenho muitos amigos lá e quero enfrentá-los e que o Brasil vença”, disse Neymar, que é grande amigo de Lionel Messi e joga ao lado dos meio-campistas Leandro Paredes e Ángel Di María no Paris Saint-Germain.

O único gol do jogo de hoje no Nilton Santos surgiu de uma grande jogada individual do camisa 10, que após aplicar uma caneta no defensor rolou para Lucas Paquetá mandar para a rede. O atacante fez elogios ao ex-jogador do Flamengo. “Paquetá é um grande jogador e está crescendo a cada jogo. Ele teve uma grande temporada em seu clube (Lyon) e é um jogador muito importante para a seleção brasileira”, enalteceu. Paquetá, por sua vez, comemorou o fato de ter marcado um gol pelo segundo jogo seguido e se disse feliz com a parceria com ‘Ney’. “Foi um jogo muito difícil, muito disputado, com marcação muito forte. Conseguimos confirmar a vitória e passar de fase. Estou muito feliz por poder ajudar a seleção e Neymar”, declarou o meia.

*Com informações da EFE





Fonte: Jovem Pan