Fifa The Best: Megan Rapinoe aparece na seleção do ano sem ter atuado em 2020

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Escolha gerou tanta polêmica que até Rapinoe se disse surpresa por aparecer na lista

Reprodução/ Instagram

A premiação Fifa The Best, entregue nesta quinta-feira, 17, causou muita polêmica no futebol feminino. A mais discutida nas redes sociais foi a indicação da norte-americana Megan Rapinoe, campeã mundial em 2019, para a seleção do ano. O problema é que a atacante do Seattle Reign FC não entrou em campo em 2020. Por causa da pandemia da Covid-19, a NWSL não tem jogos desde março. A indicação foi tão absurda, que a própria Rapinoe se pronunciou nas redes sociais. “Estou honrada por ser reconhecida ao redor do mundo por quem votou no FIFPro World11. Mas ao mesmo tempo, foi uma surpresa para mim, uma vez que não joguei uma partida desde março”, escreveu. “Temos tantas jogadoras fenomenais ao redor do mundo e todos nós precisamos fazer o que pudermos para reconhecê-las”, acrescentou.

Além da contestação da formação da seleção do ano, a escolha de melhor jogadora do ano também foi muito criticada. Na votação, a escolhida foi a inglesa Lucy Bronze (Lyon/Manchester City), porém, a favorita para o prêmio era Pernille Harder (Wolfsburg/Chelsea) que se destacou no Campeonato Alemão e na Champions League, marcando 38 gols em 33 jogos na temporada. Harder também bateu um recorde neste ano com a contratação mais cara da história do futebol feminino, quando se transferiu do Wolsburg para o Chelsea por R$ 2,1 milhões. A zagueira francesa Wendie Rennard também disputava o prêmio. Na categoria de melhor treinadora, Sarina Wiegman – técnica da seleção holandesa e que assumirá a seleção da Inglaterra na próxima temporada – foi quem levou o troféu.





Fonte: Jovem Pan