Ferrari e Renault apelarão de decisão, e F1 promete ter ‘batalha’ no caso da ‘Mercedes Rosa’

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Os bastidores da Fórmula 1 continuam agitados por causa da decisão da Federação Internacional de Automobilismo (FIA, na sigla em francês) de punir a Racing Point por ter violado o regulamento ao usar dutos de freio traseiros da Mercedes de 2019 em seu atual carro. Uma batalha jurídica está para acontecer, já que nesta quarta-feira, 12, Ferrari e Renault confirmaram a intenção de recorrer da sanção, considerada branda demais, dada pela entidade máxima do esporte a motor. Na última sexta-feira, momentos antes do início das atividades do GP do 70.º Aniversário, em Silverstone, a FIA anunciou que aceitou as alegações da Renault sobre a legalidade dos dutos de freios do RP20, carro da Racing Point para 2020, por ser praticamente uma cópia da Mercedes W10, de 2019, e puniu o time com a perda de 15 pontos no Mundial de Construtores e uma multa de 400 mil euros (cerca de R$ 2,5 milhões na cotação atual). Por causa da semelhança e da cor do carro, a equipe que pertence ao empresário Lawrence Stroll passou a ser chamada de “Mercedes Rosa”.

A intenção de Ferrari e Renault em prosseguir com o recurso significa também que, agora, o caso vai definitivamente para o Tribunal Internacional de Apelação da FIA. A McLaren e a Williams, que haviam se manifestado a favor de apresentar uma queixa contra a decisão da entidade, anunciaram nesta quarta-feira que descartaram o interesse na questão.

“A McLaren respeita as decisões de Ferrari e Renault de prosseguir com seus recursos e vai acompanhar os procedimentos com interesse, mas optou por não apelar das decisões dos comissários da FIA em relação aos protestos da Renault contra a Racing Point”, informou a equipe inglesa em um comunicado oficial.

Punida, a Racing Point também quer nova análise da FIA. A equipe alega que os dutos de freios não eram partes listadas quando as informações foram obtidas e que, por isso, o time seria inocente. A mudança no regulamento aconteceu no dia 31 de dezembro de 2019, quando o equipamento passou a ser considerado peça original, obrigando cada escuderia a montar o seu próprio duto de freio, sem copiar ou receber informações externas.

*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

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