Diretor do Corinthians revela posição que o clube busca no mercado: ‘A tal cereja do bolo’

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Segundo o dirigente, a principal meta de Vagner Mancini e da comissão técnica é aproveitar mais os atletas oriundos das categorias de base e tentar recuperar o futebol de alguns jogadores, como o meia-atacante Luan

Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians/DivulgaçãoRoberto de Andrade, atualmente diretor do Corinthians, também já foi presidente do clube

Roberto de Andrade, diretor de futebol do Corinthians, admitiu nesta quinta-feira, 25, que o clube não está fechado para contratações, ainda que o momento seja de austeridade financeira e corte de gastos. De acordo com o dirigente corintiano, o Timão está atento no mercado da bola e busca, principalmente, um atacante para dar mais peso ao setor ofensivo do time treinado por Vagner Mancini. O mandatário, por outro lado, afirmou que a equipe de análise de desempenho e a cúpula do Alvinegro farão uma procura criteriosa, para minimizar qualquer tipo de erro no momento da aquisição.

“O Corinthians não está fechado para contratações. O que não queremos é trazer um jogador que não vai resolver. Nós temos que entender que no Corinthians não dá para pôr, como a gente costuma dizer, ‘mais um’. Mais um não precisa, nós já temos muitos aqui. Precisamos de alguém que tenha um peso, uma responsabilidade grande, entre no time e, como a gente fala, resolva. Logicamente, dentro daquilo que caiba no nosso bolso. Por determinação do presidente, não vamos fazer nenhuma loucura, se endividar mais para ter um elenco cheio”, disse Roberto de Andrade, em entrevista ao “Ge.com”. “Na realidade, é atacante, é atacante que a gente acha que tem espaço para encaixar. É a necessidade de todos os clubes, fazer gol. Não tem jeito. Eu entendo que nossa zaga é bem sólida. Apesar de todo mundo achar o contrário, eu acho que nossa zaga é uma das melhores do Brasil. É atacante, a base é atacante”, completou o ex-presidente do clube.

Segundo o diretor, a meta de Vagner Mancini e da comissão técnica é aproveitar mais os atletas oriundos das categorias de base e tentar recuperar o futebol de alguns jogadores, como o meia-atacante Luan, que ainda não apresentou o mesmo futebol dos tempos de Grêmio. “Já trouxemos outros jogadores de nome, que chegaram no Corinthians e demoraram muito para desenvolver o top do futebol. Ele pode estar inserido nisso, também. É grande jogador, domínio técnico fora de série. Ninguém contou, nós vimos isso. Jogou bem no Grêmio, na conquista da Libertadores. Ninguém desaprende. Eu prefiro achar a resposta que ainda está se adaptando ao clube. Eu acredito que ele possa voltar a nos ajudar muito. O Luan é trabalhador, se dedica nos treinos, em campo, não dá trabalho, é super profissional. Dá para ter mais um pouco de paciência com ele para ver esse futebol”, comentou.

Além disso, o Corinthians tentará aliviar um pouco a folha salarial com a saída de alguns jogadores pouco utilizados. Para isso, trocas com outros clubes, inclusive rivais, não estão descartadas. “Quando eu falo de troca, é pela dificuldade financeira que não só a gente atravessa, mas todo mundo. Por conta da pandemia, isso agravou. É uma forma de dar uma oxigenada no elenco das duas equipes que forem fazer a troca. A gente cansou de ver isso no futebol, um jogador que não vai bem com uma camisa, troca e acaba despontando. Enfim, acho que é uma opção. Não procuramos nenhum clube, não fomos procurados por ninguém, é difícil falar em troca quando um clube está na reta final do campeonato, não é um assunto bem-vindo nesse momento, mas a partir da próxima semana é um tema que deve vir à mesa”, declarou.





Fonte: Jovem Pan

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