Conmebol busca vacinas contra a Covid-19 para garantir presença de público na Copa América

0
9


A ideia da entidade sul-americana é ocupar os estádios com pelo menos 30% das suas capacidades no torneio, marcado para começar 13 de junho e que terá Argentina e Colômbia como sedes

Delmiro Junior/Agência O Dia/Estadão ConteúdoA Seleção Brasileira venceu a Copa América 2019

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou que vai buscar vacinas contra a Covid-19 para viabilizar a presença de torcedores na Copa América. A entidade que controla o futebol na América do Sul está trabalhando com os governos da Argentina e da Colômbia para obter vacinas que permitiriam o acesso do público aos estádios durante a competição, que terá início no dia 13 de junho. O torneio estava programado para ocorrer em 2020, mas foi adiado por um ano devido à pandemia do novo coronavírus. O campeonato passa a ter um novo formato, agora com dois países-sede. Serão ao todo 28 partidas, sendo 13 na Argentina e 15 na Colômbia, incluindo a final em Barranquilla, no dia 10 de julho.

O objetivo da Conmebol é ocupar os estádios com pelo menos 30% das suas capacidades na próxima Copa América. “Estamos trabalhando em conjunto com os dois governos para conseguir o máximo de vacinas possível para que nossos estádios também tenham a oportunidade de receber o público que torce por suas estrelas”, disse o presidente da Conmebol, o paraguaio Alejandro Domínguez. Com as restrições impostas pela pandemia e o ritmo lento de vacinação no continente, ainda não está certo se as seleções poderão contar com atletas que atuam na Europa.

A Fifa já suspendeu no início deste mês as rodadas 5 e 6 das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2022, no Catar, que seriam disputadas nos dias 24, 25 e 30 de março, devido ao fato de vários clubes europeus se recusarem a ceder seus jogadores por causa do agravamento da pandemia. As novas datas ainda não foram decididas. Domínguez elogiou o protocolo escolhido para retomar os torneios sul-americanos. “Nosso protocolo foi e é mais eficaz do que qualquer uma das melhores vacinas que estão sendo aplicadas hoje para combater a pandemia”, disse.

*Com informações do Estadão Conteúdo





Fonte: Jovem Pan