CBF e clubes da Série A decidem que Brasileirão continua sem público

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Videoconferência será realizada, a cada 15 dias, para reavaliação do cenário futebolístico em âmbito nacional

Divulgação/Secretaria de Cultura RJA ideia da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro era a de reabrir o Maracanã aos torcedores; mas o caso segue sem resolução depois de discussão entre os presidentes da FERJ e da CBF

Por medidas de segurança contra a Covid-19, CBF e os 19 clubes presentes em reunião virtual, neste sábado, votaram pela manutenção dos jogos com portões fechados ao público. A ideia da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), em parceria com o Flamengo, era a de reabrir o Maracanã aos torcedores. A videoconferência de quinta-feira, 24, teve de ser encerrada sem resolução sobre o assunto após bate boca entre os presidentes da CBF, Rogério Caboclo, e o da FERJ, Rubens Lopes.

Na reunião deste sábado, sem a presença de representante do Flamengo, os 19 clubes foram favoráveis à manutenção dos protocolos de prevenção à pandemia do novo coronavírus instalado pela CBF desde o início da competição. Os presidentes das entidades estaduais que regem o futebol também participaram. CBF e clubes querem uma volta gradual do público aos estádios, mas apenas quando houver certeza de que o retorno é seguro para seus torcedores.

A reabertura dos estádio no Brasil será guiada e terá de passar por todas as medidas preventivas previstas em estudo encaminhado pela CBF ao Ministério da Saúde. E desde que haja um aval das autoridades sanitárias e que não beneficie determinada agremiação. No encontro virtual também ficou decidido que haverá uma videoconferência para reavaliação do cenário futebolístico em âmbito nacional a cada 15 dias.

Seleção sem torcida

A primeira partida da seleção brasileira em solo nacional pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, no Catar, será sem público. Os comandados de Tite recebem a Bolívia, dia 9 de outubro, na Neo Química Arena, casa corintiana. O jogo respeitará os protocolos de saúde definidos na reunião entre CBF e os clubes. Na Europa, as partidas já são disputadas com 20% da capacidade dos estádios em alguns países. A ideia de imitar os europeus, contudo, está fora de cogitação enquanto não existirem garantias sanitárias. Nada de correr riscos desnecessários.

* Com Estadão Conteúdo





Fonte: Jovem Pan

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