Demi Lovato vai leiloar roupa e autógrafos para incentivar fãs a votarem nos EUA

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A cantora Demi Lovato decidiu levar seu ativismo político um passo adiante e anunciou que, a partir desta quarta-feira (8), os fãs que aderirem às campanhas a favor da ida às urnas para as eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos e contra o racismo e a brutalidade policial poderão ganhar alguns de seus pertences.

“Os recentes acontecimentos em nosso país me deixaram igualmente devastada e inspirada. Eu não ficarei calada, nem tranquila. Junte-se a mim nos esforços pela justiça racial, na ajuda às vítimas da Covid-19 e na preparação para votar, porque precisamos de mudanças mais do que nunca”, declarou a artista em um vídeo publicado em sua conta no Instagram.

Para incentivar os seguidores a apoiar essas causas, Demi fez uma parceria com a organização Propeller e leiloará vários artigos pessoais e roupas de seu armário. Entre os itens, estão peças usadas em shows, fotografias pessoais e outros objetos e acessórios.

Atualmente na Propeller há 15 roupas, sapatos e fotos da cantora, que serão oferecidos àqueles que se engajarem. Aqueles que doarem e assinarem mais petições terão mais chances de acessar os itens da artista.

Entre os destaques estão botas balenciaga na cor roxo, com o comprimento do joelho, que a artista usou no vídeo “Sorry Not Sorry”, e uma jaqueta de lantejoulas preta da Maje, que ela vestiu durante a Neon Lights Tour 2014.

Para participar do leilão, os fãs da artista, que se autodenominam ‘Lovatics’, devem ir ao site da iniciativa, colocar seu nome em campanhas digitais, assinar uma petição exigindo que todos os americanos possam votar durante a pandemia do coronavírus, ou doar para o fundo ‘Black Lives Matter’ (“Vidas negras importam”).

“A única maneira de vencer é agir. Assinar petições, doar, se educar, aprender a educar os que estão ao seu redor. Quanto mais você assinar petições, mais chances você tem de ganhar, então comece agora”, disse.

Não é a primeira vez que a estrela de 27 anos usou sua plataforma em atividades políticas. Ela foi palestrante na Convenção Nacional do Partido Democrata em 2016, além de ter feito campanha para Hillary Clinton, derrotada por Donald Trump nas presidenciáveis desse ano.

*Com EFE


Fonte: Jovem Pan