Ana Hickmann revela processos contra hotel em que sofreu atentado de fã em 2016

0
12


Apresentadora disse que o local foi ‘negligente em muitas coisas’ e que ‘coisas horríveis’ poderiam ser evitadas; ela também disse que tem partes da história que ainda não se encaixam

Reprodução/Instagram/ahickmannAna Hickmann deu detalhes do atentado que sobre em 2016, após fã invadir hotel

A apresentadora Ana Hickmann revelou que está movendo três processos contra o Hotel Caesar Business, em Belo Horizonte, local em que sofreu um atentado em 2016. Rodrigo Augusto de Pádua, que se dizia fã da artista, invadiu o hotel armado, rendeu o cunhado da apresentadora, Gustavo Correa, e, ao entrar no quarto em que ela estava, efetuou dois disparos que atingiram sua cunhada, Giovana Oliveira. Gustavo conseguiu confrontar Rodrigo, que morreu após levar três tiros. “Hoje falo disso numa boa, mas não posso chamar aquilo de fã. Era uma pessoa doente, que precisava de ajuda e ninguém percebeu”, comentou Ana durante participação no “Link Podcast”. “Foi cena de filme, algo que quase custou a vida da minha cunhada, quase custou a minha e quase custou a do Gustavo.” A artista decidiu entrar na Justiça contra o hotel, pois acredita que o atentado poderia ter sido evitado.

“Existe ainda três processos que correm em segredo de Justiça contra o hotel, que foi negligente em muitas coisas. Um dia, quem sabe, eu possa vir a contar, pois foram coisas horríveis, coisas que poderiam ter sido evitadas antes, durante e depois”, afirmou a artista. Ana contou que o homem que dizia ser seu fã já vinha seguindo seus passos e sabia que ela estaria em Minas Gerais. “Estava lançando minha coleção e estaria dentro de um showroom com muitos convidados, mas o que não consigo entender até hoje é como ele conseguiu descobrir o hotel em que eu estava, o quarto em que eu estava, ele tinha todas essas informações. Ele rendeu o Gustavo pouco antes de entrar no nosso quarto, depois invadiu, fez roleta russa com a gente, foi uma coisa horrorosa, foram 20 e poucos minutos de tortura psicológica”, contou.

Além de lidar com os traumas gerado por essa situação, a apresentadora do “Hoje em Dia” disse que uma das coisas mais complicadas foi ter que provar inocência na Justiça. Uma das provas apresentadas foi uma gravação feita por um cabelereiro que ela contratou. Ele chegou atrasado e, como a posta do quarto do hotel estava fechada, ele conseguiu gravar o que o som do que estava acontecendo lá dentro.  “Vencer essa questão da Justiça foi tão difícil quanto [superar o atentado], doía na gente, fomos as vítimas. O que aconteceu lá dentro [do quarto] foi para salvar nossa vida e, mesmo assim, fomos colocados no banco de réu. Gustavo não sentou sozinho, eu e Giovana estávamos lá. Aquilo não era justo, mas vencemos e deixamos bem claro o que aconteceu”, declarou a apresentadora, que passou a tomar uma série de cuidados nas redes sociais como, por exemplo, não divulgar mais sua localização.





Fonte: Jovem Pan