Vestibular indígena da Unicamp 2021 terá provas em abril e matrículas em agosto, diz Comvest | Campinas e Região

0
18


As provas do Vestibular Indígena 2021 da Unicamp serão realizadas em 11 de abril, com início do período de matrículas agendado para 2 de agosto. As novas datas foram definidas em votação nesta quinta-feira (15) pela Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) da Universidade Estadual de Campinas (SP). O adiamento da prova já havia sido anunciado pela instituição em setembro, por causa da pandemia do novo coronavírus.

Diretor da Comvest, José Alves de Freitas afirmou ao G1 que a mudança foi aprovada por unanimidade. Além disso, serão 88 vagas, número menor do que o ofertado na edição de 2020.

As inscrições ocorrem entre dezembro deste ano e janeiro, e o resultado da prova será divulgado em maio. Veja o novo cronograma abaixo:

  • Inscrições: 10/12/2020 a 31/01/2021
  • Prova: 11/04/2021
  • Resultado: 10/05/2021
  • Matrícula: 02/08/2021

José Alves de Freitas Neto, diretor da Comvest, afirma que provas do Vestibular Indígena 2021 acontecem em abril — Foto: Miguel Von Zuben/G1

As inscrições são gratuitas e candidatos de diferentes etnias brasileiras podem se inscrever. O edital para o ingresso no ano que vem ainda não foi divulgado pela Comissão; a votação está prevista para ocorrer na próxima semana.

No Vestibular 2020, 96 vagas foram ofertadas para estudantes que realizaram as provas em seis cidades: Campinas (SP), Bauru (SP), Caruaru (PE), Dourados (MS), São Gabriel da Cachoeira (AM) e Tabatinga (AM). Ao todo, 1,6 mil pessoas se inscreveram e a prova foi realizada em dezembro de 2019.

O primeiro vestibular indígena, 2019, foi aplicado um ano antes, em dezembro de 2018, para 610 candidatos. Um total de 72 vagas foram disputadas.

Candidatos durante vestibular indígena 2020 da Unicamp — Foto: Antoninho Perri

Adaptação dos aprovados

Em setembro, o diretor da Comvest já havia adiantado que a Unicamp avaliava aplicar novas disciplinas para estudantes ingressantes, para garantir um “período de adaptação mais produtivo” e um novo embasamento para elevar o desempenho acadêmico.

Em 2020, os alunos tiveram menos de duas semanas de aula, já que as atividades presenciais precisaram ser suspensas para conter o avanço da Covid-19. Com isso, o planejado para acolhimento presencial não foi possível, mas os universitários seguiram com as aulas online na quarentena.

Detalhes da adaptação dos novos alunos no ano que vem ainda não foram divulgados pela Comissão.

PLAYLIST: Veja vídeos de assuntos de destaque na região de Campinas



Fonte: Fonte: G1

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui