‘TikTok’ veja como tornou-se uma fonte de dinheiro

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp


Com mais de 1 bilhão de usuários, a plataforma digital chamada “TikTok” está no auge. Acredite você ou não, mas ela já ultrapassou a empresa “Google”, como site mais famoso no ano de 2021.

Veja também: Alerta! 6 aplicativos maliciosos foram banidos da play store; confira quais

No entanto, ainda é possível que esta plataforma venha evoluir ainda mais, pois, este recurso está modificando os meios utilizados pelo “marketing” e das vendas.

Sendo assim, muitas marcas estão investindo “pesado” na divulgação de seus produtos por meio dela, e para ficar ainda melhor, ocorreu uma nova atualização, a qual é possível mergulhar em um mar de densas oportunidades.

Igualdade

Como foi abordado anteriormente, o “TikTok” fornece aos “profissionais do ‘marketing’”, proporções igualitárias para alcançar o engajamento. Com a mesma oportunidade de qualquer vídeo tornar-se popular, a plataforma diferencia-se das demais, pois, isto não é nada que depende da popularidade do criador de conteúdo.

Além disso, os “feeds” são compostos por novas contas, assim como “hashtags”, sons, efeitos e assuntos virais e possibilita você ter acesso a vídeos de usuários que você nunca ouviu falar antes.

Fonte de dinheiro

Contudo, um dos principais benefícios da plataforma foi abordado em um relatório da “Accenture”, o qual espera que a plataforma “social commerce” torne-se um mercado global de US$ 1,2 trilhão até 2025, compondo 16,7% do total de custo com e-commerce.

A ideia final da empresa é triplicar o número alcançado de US$ 4 bilhões atingidos unicamente no ano passado, chegando em US$ 12 bilhões, anual.

De acordo com pesquisas o nível de influência da plataforma está com tudo, pois, os usuários possuem 1,7 vezes mais chances de consumir produtos anunciados no aplicativo do que em qualquer outro.

O que também foi revelado pela pesquisa é que 59% estariam dispostos a consumir marcas menos conhecidas, enquanto os outros 44% alegaram que estão mais inclinados a obter produtos de uma marca que nunca foi mencionada antes por meio das redes.



Fonte: Fonte: R7