Rússia ativa a arma mais poderosa do mundo; veja!


Na última sexta-feira (1º), a Rússia confirmou que seu míssil nuclear “Sarmat” já está pronto para ser utilizado. A arma nuclear é a mais letal do mundo e pode percorrer grandes distâncias do planeta em poucos minutos.

O míssil intercontinental RS-28 “Sarmat” foi descrito como “invencível” por Vladimir Putin. Inclusive, o armamento já tem um regimento disponível para o uso militar em alguma região da Sibéria.

O novo míssil é um modelo baseado no RS-36M, conhecido como “Satã”. Por isso, a arma mais recente recebeu o nome de “Satã-2” nos países do Ocidente. Além disso, ele pode lançar mais de 10 ogivas nucleares a qualquer momento.

Para o governo russo, tal armamento fará qualquer país “pensar duas vezes”, pois ela tem potencial para “causar o fracasso de todos os sistemas antiaéreos” do mundo.

No entanto, alguns especialistas acreditam que a Rússia não pretende usar o míssil. Para eles, o anúncio foi feito apenas para gerar temor nas nações ao redor do mundo.

Apesar de ter apresentado algumas falhas durante o período de testes em fevereiro de 2023, o anúncio de Vladimir Putin deixou os principais países em alerta, principalmente aqueles que fazem parte da corrida armamentista.

(Imagem ilustrativa: Freepik/Reprodução)

“Satã-2”: o míssil mais letal do mundo

“Sarmat (Satã-2)” é um armamento russo projetado para ser a mais potente arma nuclear do planeta. A título de comparação, ela equivale a cerca de 53 bombas de Hiroshima. Especula-se que o “Satã-2” tenha 35,3 metros de comprimento e o maior alcance entre os mísseis do mundo.

Por exemplo, o Minuteman-3, melhor míssil norte-americano, tem um alcance de 13 mil km, já o russo pode chegar a uma distância de 18 mil km a uma velocidade de 25 mil km/h. Além disso, ele tem planadores hipersônicos que impedem o rastreamento.

A notícia sobre a ativação da arma impactou a segurança dos governos ao redor do mundo, devido à capacidade destrutiva sem precedentes do “Satã-2”.

Assim, esse poder bélico da Rússia reacendeu as preocupações sobre a corrida armamentista e a estabilidade internacional.



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