Conselhos Federal e Regionais de Economia alertam sobre golpes virtuais

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Atualmente, dirigentes do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Economia se encontram preocupados diante da aplicação de golpes em aplicativos de mensagens. Os criminosos estão cada vez mais profissionais, e a novidade da vez é: enviar mensagens passando-se pelos próprios representantes das instituições financeiras, ofertando empréstimos sem a cobrança de taxas. Porém, para isso acontecer, é necessária a solicitação de um certificado de viabilidade econômica, o qual não existe.

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Dessa forma, a fim de tentar demonstrar mais veracidade à ação, os golpistas ainda prestam ajuda para as vítimas, cobrando uma taxa de até R$ 900 para “realizar” o procedimento, afirmando usar uma parte deste valor para pagar taxas que o próprio Conselho impõe. Dessa forma, o sucesso da ação se torna completo com o depósito que a vítima efetua na conta dos ladrões.

Em decorrência do grande número de casos, as autoridades especializadas já estão tomando as devidas providências, sendo preciso alertar a população sobre a importância de estar atento à todas as ações suspeitas, principalmente, através de sites ou aplicativos.

Esse tipo de golpe é um dentre vários que estão ocorrendo, podendo citar também o novo golpe da carteira profissional, aplicado através do WhatsApp. Os golpistas invadem o perfil do usuário, se passando por ele próprio e pedindo dinheiro aos demais. Dessa forma, para tentar convencê-los, utilizam uma carteira profissional clonada, tentando fazer a história parecer verdadeira.

As recomendações são as mesmas para os outros golpes, porém é preciso reforçar a importância de não fornecer dados pessoais (número de documentos, endereço, nome, entre outros) em resposta à anúncios virtuais.

Por fim, vale lembrar que não existem documentos relacionados a certificado de viabilidade econômica. Assim, mesmo sendo mencionado, é necessário estar atento quanto a oferta de mensagens vantajosas, seja para obter um bem ou serviço.

Caso ainda tenha dúvidas quanto a essas ações perigosas, consulte o Conselho Regional de Economia do seu estado, para que a entidade possa lhe ajudar.



Fonte: Fonte: R7