Confira como as pessoas se tornam grandes veículos de venda

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp

As celebridades da internet estão sendo contratadas pelas grandes marcas do mercado para que se unam ao C-levels, passando a fazer parte dos processos de tomada de decisão das grandes empresas.

Leia também: Vendas via WhatsApp: empresas terão que oferecer opção de cancelamento

Temos como um exemplo, para ilustrar essa situação, a ex-BBB Juliette, que hoje é cantora e atua como influenciadora nas redes sociais. Só no Instagram, ela conta com mais de 33 milhões de seguidores, e agora assumiu também o cargo de head de inovação da linha de cuidados pessoais da Mondial Eletrodomésticos. Porém, esse não é um caso isolado.

A cantora e dançarina Anitta é uma das conselheiras do banco digital Nubank desde 2021. Ela possui um papel estratégico nos negócios da fintech, conforme disseram os próprios executivos da marca. Os fatores determinantes para a contratação da cantora foram a sua mentalidade empresária e a sua forte presença nas redes sociais, o que também levou a artista a conquistar o primeiro lugar do Spotify mundial com sua música Envolver.

Ainda que muitos anunciantes não gostem de fechar negócios nas redes sociais, o que era uma tendência antes do período pré-pandêmico atualmente virou uma realidade: as pessoas viraram veículos poderosos de venda.

A probabilidade de os seguidores comprarem um produto anunciado por um artista, cuja audiência é alta, é maior devido à alta relação de identificação entre fã e consumidor, conforme foi divulgado pela plataforma mundial de influenciadores RewardStyle+ LTK.

Entretanto, o número de seguidores não é o único fator relevante na tomada de decisão para contratar um artista, uma vez que o tipo de público e as métricas do engajamento e do alcance também são consideradas. Segundo a consultoria, a taxa de conversão das pessoas atingidas pelas publicações é, aproximadamente, de 1,8% no Facebook, de 0,86% no Instagram e de 0,93% no YouTube.

Conforme as previsões da Accenture, o Comércio Social irá crescer três vezes mais rápido do que o comércio eletrônico tradicional e chegará a US$ 1,2 trilhão até o ano de 2025. Nos dias de hoje, as compras realizadas através das redes sociais chegam a US$ 492 bilhões no mundo.

Fonte: Fonte: R7