Twitter testa incentivo para retuítes com comentários no Brasil com o objetivo de desacelerar a desinformação | Tecnologia

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O Twitter vai testar a partir desta sexta-feira (9) no Brasil uma mudança temporária para incentivar as pessoas a fazerem comentários nos retuítes, em vez de somente replicar o conteúdo.

A mudança vale para a versão web – os aplicativos para celulares Android e iPhone não terão alterações.

Ao clicar no ícone de retuitar, as pessoas serão incentivadas a escrever algum comentário no campo de composição. Para fazer um retuíte comum, basta não escrever nada.

Botão de retuíte vai mostrar caixa para escrever comentários. — Foto: Divulgação/Twitter

O Twitter diz que pretende analisar o impacto no ritmo e na escala de disseminação de informações enganosas com essa mudança. A escolha pelo Brasil está relacionada com o período de eleições municipais.

O objetivo é “estimular as pessoas a avaliar por que estão amplificando o alcance daquele conteúdo e aumentar a possibilidade de elas incluírem seus pensamentos, reações e perspectivas”, segundo a empresa.

Se o teste for bem-sucedido, o Twitter planeja expandir o recurso para o mundo todo a partir de 20 de outubro.

Avisos em tuítes com informações enganosas

A rede social vai incluir a partir da semana que vem, no mundo todo, um aviso em conteúdos que forem sinalizados como enganosos de acordo com as políticas da empresa.

Quando as pessoas tentarem retuitar alguma publicação que recebeu um selo por ser enganosa, será exibida uma notificação com um botão que leva para informações de credibilidade sobre o assunto. Ainda será possível compartilhar o conteúdo escolhendo comentar o tuíte.

Mensagem que diz que informação é contestada vai aparecer em publicações rotuladas como enganosas no Twitter. — Foto: Reprodução/Twitter

O Twitter diz que reduz a visibilidade dos conteúdos que são marcados como enganosos e que esse selo pode ser incluído em materiais que desinformem sobre “integridade cívica e Covid-19, assim como em tuítes com mídia sintética [deepfakes] e manipulada”.

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Fonte: G1

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