Produtores de amendoim estão otimistas com a safra deste ano | Nosso Campo

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Quando o dia fica ensolarado, o produtor de amendoim não perde tempo. É trator trabalhando na roça, porque tem uma safra para ser colhida. E não pode demorar, pois, quando o clima muda, todo o trabalho corre o risco de parar, algo que nenhum produtor quer.

Uma área que fica no município de Oscar Bressane (SP) pertence a Rogério Adriano Bonora. Rogério é um dos produtores tradicionais de amendoim na região de Marília (SP). Ele cultiva há 15 anos.

A colheita do amendoim é toda mecanizada. Primeiro o trator passa fazendo o arranquio, ou seja, ele tira o grão de baixo da terra e joga para cima. E deixa desse jeito por cerca de três dias até secar. Depois, outro trator passa para, enfim, fazer a colheita.

O estado de São Paulo é o maior produtor de amendoim do Brasil: representa cerca de 93% da produção nacional. O principal destino do grão aqui no estado são as indústrias de alimentação, fabricação de óleo e exportação.

(Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 21/02/2021)

Produtores de amendoim estão otimistas com a safra deste ano
Produtores de amendoim estão otimistas com a safra deste ano

3 min Produtores de amendoim estão otimistas com a safra deste ano

Produtores de amendoim estão otimistas com a safra deste ano

Quando o dia fica ensolarado, o produtor de amendoim não perde tempo. É trator trabalhando na roça, porque tem uma safra para ser colhida. E não pode demorar, pois, quando o clima muda, todo o trabalho corre o risco de parar, algo que nenhum produtor quer.

A colheita mal começou e as projeções do mercado são muito boas. A safra desse ano deve ser 3% maior que a do ano passado. Algo que também está deixando Rogério otimista.

Depois de colhido, o amendoim é levado para armazéns. No município de Quintana (SP), quem recebe o Nosso Campo em um destes armazéns é Rodrigo Rodrigues.

O produtor planta a semente em diferentes lugares, em uma área superior a 1.200 hectares. Ele também está confiante com a safra, pois diz que o clima ajudou e a produção está fantástica.

Nesta safra, a empresa de Rodrigo deve movimentar 250 mil sacas, um volume 5% maior que o ano passado. A saca de 25 quilos está sendo negociado na casa dos R$ 100. Neste mesmo período no ano passado, o preço girava em torno de R$ 60. Com o mercado interno bastante aquecido, o produtor tem mais opção de venda.



Fonte: G1

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