Preços do petróleo têm máxima de 11 meses e alta semanal com corte de oferta saudita | Economia

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Os preços do petróleo atingiram o maior nível em quase um ano nesta sexta-feira (8), acumulando alta de 8% na semana, apoiados por uma promessa de cortes de produção pela Arábia Saudita e por fortes ganhos nos mercados acionários.

O petróleo Brent fechou em alta de US$ 1,61, ou 3%, a US$ 55,99 por barril, avançando 8,1% na semana. Já o petróleo dos Estados Unidos (WTI) subiu US$ 1,41, ou 2,8%, para US$ 52,24 o barril, mais alto patamar desde o final de fevereiro. O WTI teve ganho semanal de 7,7%.

Campo de exploração de petróleo no RN — Foto: Getúlio Moura/Petrobras/Divulgação

Nesta semana, a Arábia Saudita prometeu cortes de produção extras e voluntários de 1 milhão de barris por dia em fevereiro e março, como parte de um acordo sob o qual a maior parte dos países da aliança Opep+ manterá o bombeamento estável durante a imposição de novos lockdowns.

O reino, líder da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), discordava de alguns outros países, que desejavam aumentar a produção para impedir que empresas norte-americanas de “shale” (petróleo não convencional) capturem mais participação no mercado.

Ao final, um acordo foi fechado permitindo que a Rússia e outros países ampliem produção enquanto os sauditas restringem sua oferta.

“Nesta semana, os sauditas tomaram à frente para assumir o controle do mercado e a responsabilidade pela estabilização dos preços”, disse John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York. “Parece que eles estão novamente na missão de fazer os preços voltarem a subir.”

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Fonte: G1

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