Pequenas empresas são responsáveis por 76% dos novos empregos –

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Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que as pequenas e microempresas seguem como as principais geradoras de novas vagas de emprego.

De acordo com o levantamento, feito com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor foi responsável por 76% das vagas de emprego no país. Os dados correspondem ao mês de novembro de 2021.

Na avaliação do Sebrae, há 15 meses seguidos os pequenos empresários geram a maioria das vagas de emprego no Brasil. A média mensal do período é superior a 70% de participação na criação de novas vagas.

O comércio foi responsável pela abertura de 116,7 mil postos, seguido pelos setores de serviços (98,7 mil), construção (16,7 mil) e indústria (15,2 mil).

No caso das empresas de médio e grande portes, o maior número de postos de trabalho foi gerado nas firmas do setor de serviços (80,8 mil vagas), seguido por comércio (21,3 mil). A agropecuária, a indústria e a construção apresentaram saldo negativo de criação de oportunidades.

Comércio eletrônico

Na semana passada, o Sebrae também mostrou que, mesmo com a queda nas medidas restritivas adotadas pelos governos estaduais e municipais, o número de microempreendedores individuais (MEI) e de pequenas e microempresas que comercializam seus produtos pela internet continua apresentando incremento.

De acordo com a 13ª Pesquisa de Impacto da Pandemia do Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), em novembro do ano passado, 74% dos pequenos negócios atuam no comércio eletrônico.

Esse é o maior patamar da série histórica, que começou a ser realizada em maio de 2020. Na época, 59% dos donos de pequenos negócios atuavam com o comércio eletrônico.

“A digitalização das pequenas e microempresas, além dos MEI, foi acelerada pela pandemia. Essa é uma realidade que veio para ficar”, disse o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

As mulheres são as que mais digitalizaram seus negócios. Segundo a pesquisa, oito a cada dez empreendedoras estão no comércio eletrônico; entre os homes, essa proporção para cai para sete a cada dez.

Quando a análise é feita por porte, observa-se que os microempreendedores individuais (MEI) também são mais atuantes, com 76% deles vendendo pela internet, contra 72% dos donos de pequenas e microempresas.

A plataforma WhatsApp é a mais utilizada para efetuar vendas, sendo adotada por 84% dos pequenos negócios que comercializam eletronicamente. Em segundo lugar, vem o Instagram, com 51% de adeptos, seguido pelo Facebook, com 42%.

Apenas 14% desses negócios possuem loja virtual própria e outros 6% utilizam aplicativos como Ifood, Rappi e UberEats. Plataformas de Marketplace, como OLX, Mercado Livre e Magalu, abarcam menos de 7% dos empreendedores.

“Os donos de pequenos negócios procuram atuar em plataformas com maior número de usuários e mais conhecidas, como forma de incrementar suas vendas”, destacou o presidente do Sebrae.

Com informações da Agência Brasil





Fonte: R7