Dona do Google firma acordo em processo que alegava proteção a executivos em casos de assédio | Tecnologia

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A Alphabet, dona do Google, firmou nesta sexta-feira (25) um acordo com os acionistas em uma ação judicial que alegava que a empresa encobria casos de assédio sexual por parte de seus executivos.

A companhia que controla o Google afirmou que vai proibir a oferta de pacotes de compensação para funcionários que deixarem a companhia e estiverem sob investigação relacionada a assédio sexual, má conduta sexual ou retaliação a outros empregados.

O acordo também prevê a limitação do uso de acordos de obrigação de silêncio para os funcionários envolvidos nesses casos.

Outro compromisso é a criação de um conselho para acompanhar os esforços do grupo na promoção de políticas trabalhistas relacionadas a diversidade, igualdade e inclusão.

Serão investidos US$ 310 milhões para a criação do painel que será formado por especialistas independentes, que acompanharão os avanços da companhia nesses tópicos, segundo um comunicado.

O conselho de administração da Alphabet sofreu uma série de ações judiciais no início de 2019, após reportagens do jornal “New York Times” mostrar que a empresa protegeu Andy Rubin, um alto executivo diretor do sistema Android, acusado de assédio. Ele deixou a empresa com um bônus de US$ 90 milhões.

Após a veiculação da reportagem, o presidente do Google, Sundar Pichai, enviou um e-mail aos funcionários da empresa, prestando contas sobre as providências que o Google já tinha tomado em casos de assédio.

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Fonte: G1

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