Dólar opera em queda, abaixo de R$ 5,60

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Na sexta-feira, moeda norte-americana fechou a R$ 5,6078, acumulando alta de mais de 3% na semana. Notas de dólar
Reuters
O dólar opera em queda segunda-feira (24), abaixo de R$ 5,60, em sessão marcada pelo apetite por risco em meio a esperanças sobre um tratamento para a Covid-19, mas os investidores locais seguem atentos à situação fiscal do Brasil.
Às 9h14, a moeda norte-americana caía 0,79%, a R$ 5,5637. Veja mais cotações.
Na sexta-feira, o dólar fechou em alta de 1%, a R$ 5,6078, acumulando avanço de 3,29% na semana. Na parcial do mês, já subiu 7,85%, e no ano, tem alta de 40,31%.
O Banco Central realizará nesta segunda-feira leilão de swap tradicional para rolagem de até 12 mil contratos com vencimento em março e julho de 2021.
Mesmo com recessão recorde, tombo da economia deve ser menor do que o esperado
Cena local e externa
No exterior, o viés era positivo nos mercados, com a aprovação do principal regulador de medicamentos dos estados Unidos para o uso emergencial de plasma sanguíneo — rico em anticorpos — em pacientes de Covid-19 elevando as esperanças de tratamento e estimulando apostas em uma recuperação econômica mais rápida.
Na cena local, os economistas do mercado financeiro reduziram a previsão para o tombo Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, revisando a estimativa de uma redução de 5,52% para 5,46%. Essa foi a oitava semana seguida de melhora do indicador.
PIB do 2º trimestre trará recessão recorde; analistas veem recuperação do nível pré-pandemia só em 2022
Segundo o relatório divulgado pelo BC nesta segunda-feira, os analistas do mercado também elevaram a estimativa de inflação para 2020 de 1,67% para 1,71%. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar.
Na agenda de indicadores ainda, a confiança do consumidor teve leve alta em agosto e retornou ao nível de março, segundo indicador da FGV. A pesquisa mostrou, porém, que entre os consumidores de renda baixa houve piora e que a população com maior poder aquisitivo também está menos satisfeita com o momento, preferindo poupar a consumir.


Fonte: G1

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