Conselho do Meio Ambiente define uso e conservação da Mata Atlântica em Goiás


O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estabeleceu critérios para definir as vegetações Mata Atlântica em Goiás.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (18/10), definiu as vegetações primárias e secundárias do estado.

Parâmetros da Mata Atlântica em Goiás

Mata Atlântica
Critérios ajudam a definir situação da vegetação. Foto: Envato

No documento foram descritos os parâmetros que identificam a regeneração do bioma, conforme a fisionomia da vegetação, as espécies predominantes, a altura e o diâmetro das árvores, além da existência de algumas vegetações específicas, como por exemplo, as que dependem de outras espécies para existirem.

Os estágios ajudam a definir se a região mantém a vegetação primária, ou se a vegetação é secundária, momento que sofreu algum tipo de interferência, sendo corte raso, queimada, uso da agricultura ou de pastagem para pecuária.

Sendo assim, dependendo do estágio de regeneração das florestas secundárias, fica definido como o bioma deve ser tratado e se seus recursos podem ser consumidos, ou preservados.

Critérios de estágios

Na resolução do Conama foram descritos os três estágios, inicial, médio e avançado, tanto da Floresta Estacional Decidual, que é um ecossistema caracterizado por duas estações, seca e chuva abundante, quanto da Floresta Estacional Semidecidual, que ocorre em regiões menos úmidas e em ambiente semiárido.

Portanto, com a definição ficam estabelecidos os critérios para que as autoridades ambientais em Goiás possa atribuir autorizações de corte, supressão e exploração da vegetação de acordo com os casos previstos na Lei da Mata Atlântica.



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