Carro-chefe do varejo digital, comércio eletrônico ‘vai às compras’

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Carro-chefe do crescimento experimentado pelo varejo, em meio às intempéries da pandemia, o comércio eletrônico dá sinais claros, desde o início do ano, de que pretende continuar acelerando na direção da expansão dos negócios.

Metade dos galpões – Exemplo disso é o fato de o segmento responder, no quarto trimestre do ano passado (4T21), pela metade de todos os galpões logísticos comercializados no estado de São Paulo,

Pré-locações – Segundo estudo da consultoria imobiliária Newmark mostra que 52% dos contratos de locação de galpões logísticos fechados entre outubro e dezembro (que somaram 360 mil m², absorção bruta, no jargão do setor) foram pré-locações ou contratos assinados antes mesmo da conclusão do imóvel.

Barueri é destaque – Entre os endereços com maior demanda, o estudo da Newmark indicou um perímetro inferior a 40 quilômetros de São Paulo, que oferece fácil acesso a rodovias. Um exemplo seria a cidade de Barueri, que responde, nos últimos três meses, pelo maior volume de absorção bruta, correspondente a um total de 127 m² ou o equivalente a 35% dos negócios no período.

Exemplo relevante – Outro exemplo relevante do comércio eletrônico é o do Mercado Livre, que está puxa a fila no ranking dos maiores inquilinos de galpões no Brasil, onde detém 516 mil m² de imóveis locados no país, total que representa uma alta de 93%, em comparação com 2020. Por fim, a Amazon apresentou crescimento de 150%, no mesmo período analisado, respondendo hoje por 282 mil m², distribuídos em seus centros de distribuição de mercadorias.



Fonte: R7