
O BRAZIL ECONOMY estreia hoje, sexta-feira (18), sua nova área de colunistas, criada para ampliar o espaço dedicado à análise, à reflexão e ao debate de ideias. A seção reúne profissionais com experiências distintas e liberdade para apresentar opiniões, interpretações e novos ângulos sobre temas que influenciam os negócios, a economia e a sociedade.
A iniciativa complementa o trabalho jornalístico desenvolvido pelo jornal digital desde sua fundação. Ao lado da cobertura factual e das reportagens produzidas pela redação, as colunas oferecem ao leitor textos autorais, com visões independentes e repertórios construídos em áreas como política, empreendedorismo, inovação, infraestrutura, sustentabilidade, cultura e mercado de luxo.
“A proposta é reunir pessoas que tenham algo relevante a dizer e, principalmente, liberdade para dizer. Uma coluna de opinião só cumpre seu papel quando o autor pode concordar ou discordar de quem a publica”, afirmou Hugo Cilo, editor-chefe e sócio do BRAZIL ECONOMY.
Política e economia
Na coluna de Hugo Cilo, o noticiário econômico será analisado em conexão com os movimentos da política, do mercado financeiro e do ambiente empresarial. Com mais de duas décadas de experiência no jornalismo, o editor-chefe do BRAZIL ECONOMY pretende discutir os acontecimentos que ajudam a explicar as decisões de investidores, empresas, governos e consumidores.
No texto de estreia, “Não é mais só a economia, estúpido!”, Cilo analisa por que indicadores como inflação, renda, emprego e Produto Interno Bruto já não bastam para explicar isoladamente o comportamento do eleitor. A proposta é examinar como economia, valores, religião, segurança pública, comunicação digital e rejeições políticas se combinam nas escolhas da sociedade.
Cultura brasileira
Escritor e CEO do BRAZIL ECONOMY, Bruno Venga abre espaço para histórias brasileiras que ajudam a compreender o País para além dos grandes indicadores. Seus textos transitam pela cultura, pela memória, pelas relações humanas e pelas experiências de pessoas e comunidades que raramente aparecem no centro do debate econômico.
A coluna de estreia, “A tuba de 1932”, retrata a tradição das corporações musicais de Minas Gerais e a resistência de grupos que preservam instrumentos, repertórios e vínculos comunitários apesar da escassez de recursos. A proposta é revelar o Brasil por meio de histórias aparentemente pequenas, mas carregadas de significado social e histórico.
Amazônia estratégica
PhD em ESG, pesquisadora e consultora em sustentabilidade corporativa, Lore Kotinski terá como eixo a Amazônia, a bioeconomia e os desafios do desenvolvimento sustentável. Sua participação acrescenta ao portal uma perspectiva construída a partir da própria região e de sua importância econômica, ambiental e geopolítica.
Em “Todos os caminhos levam para a Amazônia”, Lore questiona a visão da floresta como um território distante e destaca sua relevância para a transição energética, a oferta de minerais críticos, a inovação e a abertura de novas rotas comerciais. Seus textos buscarão aproximar sustentabilidade e estratégia empresarial, mostrando que a região ocupa posição central nas transformações econômicas do século XXI.
Direito sem excessos
Sócio da prática de Infraestrutura e Energia do Machado Meyer Advogados, Paulo T. C. Machado assina a coluna quinzenal “Entre Cláusulas”. O espaço abordará direito, regulação, economia, empresas, tecnologia e investimentos em uma linguagem acessível, distante do excesso de formalismo que costuma cercar as discussões jurídicas.
Na estreia, “Abaixo ao Legalês”, o advogado apresenta a proposta da coluna e mostra como mudanças regulatórias, contratos, financiamentos e decisões governamentais interferem diretamente na viabilidade de projetos e nas escolhas dos investidores. Infraestrutura e energia terão presença recorrente, mas sempre relacionadas aos efeitos concretos sobre empresas, mercados e pessoas.
Inovação com propósito
Publicitário e fundador da agência gen|propag, José Renato Autilio estará à frente da coluna “Inove-se”. Especialista em construção de marcas e negócios, ele discutirá empreendedorismo, inovação, estratégia, comunicação e os fundamentos que sustentam empresas capazes de crescer no longo prazo.
O primeiro artigo, “Valuation: por que startups brasileiras ainda começam pelo número?”, questiona a valorização de empresas baseada apenas em expectativas e cifras. A proposta é deslocar o debate do valor anunciado para a consistência do negócio, considerando aspectos como receita, fidelização de clientes, margens, geração de caixa e diferenciais competitivos.
Tempo e tradição
Representante da terceira geração da Montecristo Joalheria, Rodolfo Semeoni escreverá sobre relojoaria, luxo, tradição, tecnologia e comportamento. Sua coluna pretende observar como objetos produzidos para atravessar gerações convivem com uma sociedade marcada pela velocidade, pelo consumo imediato e pela substituição permanente.
Em “O saber da espera”, Semeoni parte do relógio mecânico para refletir sobre a relação contemporânea com o tempo. Ao aproximar sua experiência no mercado de tecnologia da trajetória familiar na joalheria e na relojoaria, o autor propõe discussões sobre permanência, desejo, excelência e o valor das coisas que não podem ser aceleradas.
Com a estreia da editoria, o BRAZIL ECONOMY passa a reunir, em um mesmo ambiente, informação jornalística e pensamento autoral. Os textos expressam as opiniões de seus autores, sem necessariamente representar a posição editorial do portal, e serão publicados na página especial de colunistas.






