Bovespa opera com pequenas variações | Economia


O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera com fraqueza nesta terça-feira (4), após cair na primeira sessão do ano.

Às 10h19, o Ibovespa caía 0,01%, aos 103.911 pontos. Veja mais cotações.

Na segunda-feira, a Bolsa fechou em queda de 0,86%, aos 103.921 pontos. Em 2021, a bolsa brasileira acumulou perdas de 11,93% — a primeira queda anual desde 2015.

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Miriam: ‘Previsão da economia é de estagnação’

Na cena externa, os investidores monitoravam as notícias sobre o avanço dos casos de coronavírus, com a Organização Mundial da Saúde dizendo que estão surgindo mais evidências de que a variante ômicron afeta o trato respiratório superior, causando sintomas mais leves do que as variantes anteriores.

Na agenda de indicadores, a FGV mostrou que inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,57% no encerramento de dezembro, vindo de 0,83% na medição da semana imediatamente anterior, nas sete capitais pesquisadas.

Os investidores continuavam monitorando a saúde do presidente Jair Bolsonaro, que segue internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, sem previsão de alta. Nesta terça-feira, foi divulgado boletim médico com a informação de que sua obstrução no intestino se desfez e ele não precisará passar por cirurgia.

A conjuntura fiscal brasileira — tema que deve dominar a atenção de investidores em 2022, dividindo os holofotes com a corrida eleitoral à Presidência — permanecia também no radar.

Depois de o governo ter aberto, por meio da PEC dos Precatórios, espaço para mais gastos com auxílio à população, os mercados monitoravam a pressão de funcionários públicos por reajustes salariais neste ano, com servidores de várias categorias anunciando planos de paralisação e entrega de cargos.

No exterior, os mercados seguiram acompanhando o noticiário sobre o avanço da variante ômicron do novo coronavírus e a volta da imposição de restrições em diversos países.

Embora os casos mundiais de Covid-19 estejam aumentando rapidamente — com alguns países registrando recordes diários de novas infecções —, as mortes pela doença não têm avançado na mesma proporção, o que traz esperança de que a nova variante seja menos letal.



Fonte: G1