Bovespa fecha em leve queda nesta quarta-feira, monitorando equipe econômica

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Nesta quarta-feira, bolsa caiu 0,06% e fechou a 102.117 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, fechou com baixa sutil nesta quarta-feira (12), após uma manhã de oscilação. O dia foi marcado por vencimento do contrato mais curto, apesar de ter como pano de fundo trajetória positiva de praças acionárias e dos preços do petróleo no exterior, com a cena corporativa também no radar.
O Ibovespa teve queda de 0,06%, a 102.117 pontos. Veja mais cotações.
Na terça, a bolsa caiu 1,23%, a 102.174 pontos. O acumulado do mês é de queda de 0,77%. No ano, o Ibovespa também cai 11,70%.
Cenário
Nos Estados Unidos, os agentes continuam monitorando impasse sobre novos estímulos fiscais. Na visão do analista Milan Cutkovic, da AxiCorp, se as negociações nos EUA para novo pacote de ajuda se arrastarem por muito mais tempo, os investidores provavelmente ficarão nervosos e o sentimento do mercado poderá mudar rapidamente.
Os preços do petróleo, por sua vez, subiam depois que relatório do setor mostrou que estoques de petróleo EUA na semana passada caíram mais que o esperado por analistas. Em pregões europeus, ações de telecomunicações ajudavam na alta após oferta de aquisição de US$ 1 bilhão para a empresa suíça Sunrise Communications, bem como apostas de mais estímulos após um colapso no PIB do Reino Unido.
No Brasil, a cena corporativa destaca anúncio da véspera da empresa de meios de pagamento Stone sobre acordo vinculante para unir sua área de software com a Linx, além dos balanços de BR Distribuidora e RD.
Os números trimestrais da XP Inc e da StoneCo também devem ocupar as atenções, embora as respectivas ações sejam negociadas em Nova York.
Ainda no radar está a notícia de que os secretários especiais do Ministério da Economia Salim Mattar (Desestatização) e Paulo Uebel (Desburocratização) pediram demissão na terça-feira.
O presidente Jair Bolsonaro publicou uma mensagem pela manhã em uma rede social na qual defendeu as privatizações e afirmou que a responsabilidade fiscal e o teto de gastos são o “norte” do governo. As declarações acalmaram receios do mercado com possível afrouxamento fiscal.
No fim da tarde, relata o blog do Valdo Cruz, o presidente Jair Bolsonaro convidou para uma reunião na residência oficial do Palácio da Alvorada os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); ministros como Paulo Guedes (Economia), Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional); além de lideranças no Congresso como os deputados Arthur Lira (PP-AL), Ricardo Barros (PP-PR), e os senadores Eduardo Gomes (MDB-TO) e Fernando Bezerra (MDB-CE).
Na reunião, Bolsonaro quer deixar claro que manterá o teto de gastos, mas pretende discutir formas de aumentar o investimento. Além disso, o presidente quer acalmar os ânimos depois da tensão provocada nesta terça (11) pelas declarações de Paulo Guedes, para quem o presidente se aproximará de um processo de impeachment se não respeitar a regra do teto de gastos.
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G1 Economia


Fonte: G1

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