Balança comercial tem superávit de US$ 1,152 bilhão em fevereiro | Economia

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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,152 bilhão em fevereiro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (1º) pelo Ministério da Economia.

Apesar de positivo, o valor foi 50,4% inferior ao superávit registrado em fevereiro de 2020, quando o superávit foi de US$ 2,325 bilhão.

O superávit é registrado quando o valor das exportações supera o das importações. Quando ocorre o contrário e o país compra mais do exterior do que vende é registrado déficit comercial.

No mês passado as exportações somaram US$ 16,183 bilhões e as importações US$ 15,030 bilhões. Considerando a média por dia útil, o valor das exportações apresentou alta de 3,9% em relação ao registrado em fevereiro de 2020 e o das importações avançou 13,4% na mesma comparação.

No acumulado do ano, a balança comercial registra superávit de US$ 27 milhões. Em dois meses, foram US$ 30,99 bilhões exportados e US$ 30,964 bilhões importados.

Dólar alto vem estimulando importações; veja reportagem
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Na comparação com fevereiro de 2020, as exportações agropecuárias caíram 10,8%. O índice foi puxado pela queda de 33,8% na venda de soja, produto que enfrenta um quadro de safra tardia.

“Temos uma safra tardia esse ano que faz com que os embarques ocorram mais para frente, com embarques de maior volume previstos a partir de março, informou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

Na parte positiva da tabela, as vendas de produtos da indústria extrativa cresceram 13,8% e as exportações da indústria de transformação aumentaram 3,5%.

Na indústria extrativa, segundo o Ministério da Economia, o destaque é o minério de ferro, com aumento de 94,7% e na indústria de transformação os destaques são açúcares e melaços (58%), farelos de soja e outros alimentos para animais (77%) e ouro (79,6%).

No lado das importações, houve aumento de 14,9% na compra de produtos agropecuários e de 12,4% nas compras de produtos da indústria de transformação. Foi registrada queda de 1,4% nas importações da indústria extrativa.



Fonte: G1

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