Após atualização, iPhone reconhece que usuário está de máscara e exige senha para desbloqueio

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Ao invés de tentar desbloquear, Face ID vai direcionar usuário que estiver com rosto coberto diretamente para a tela de senha. Nova versão também conta com suporte para aplicativos de notificação de contato com o coronavírus. iPhones 11 e 11 Pro Max
Fabio Tito/G1
A Apple divulgou nesta quarta-feira (20) uma atualização para o iOS 13.5, o sistema operacional dos iPhones. Com a novidade, o desbloqueio por reconhecimento facial, chamado de Face ID, começa a reconhecer quando os usuários estão de máscara e apresenta diretamente a tela para inclusão de senha.
O reconhecimento facial é capaz de diferenciar gêmeos idênticos? Quando ele não deve ser usado?
Até então, quem estava de máscara recebia uma mensagem de erro quando tentava usar a função de desbloqueio por reconhecimento facial e o sistema executava a leitura novamente até múltiplas falhas liberarem a tela de senha.
Como não é possível realizar com segurança o desbloqueio de um telefone por reconhecimento facial caso o usuário esteja com o rosto coberto, a Apple optou por pular diretamente para a senha, evitando as mensagens de erro.
“Esta atualização simplifica o processo de desbloqueio para pessoas usando uma máscara médica ao automaticamente solicitar a senha”, disse a empresa no anúncio da nova função. “Isso também funciona quando for solicitada uma autenticação na App Store, Apple Books, Apple Pay, iTunes e outros aplicativos com suporte ao Face ID.”
Os aparelhos que contam com a função de desbloqueio por reconhecimento facial são os modelos lançados depois de 2017, com exceção do iPhone SE 2, anunciado este ano. Todos os iPhones, a partir do modelo 6S, poderão fazer o download da versão 13.5 do iOS.
Outra novidade da nova versão do sistema é o suporte aos aplicativos que permitem notificar se o usuário teve contato com alguém contaminado pelo novo coronavírus. A Apple estava trabalhando com o Google para disponibilizar para governos uma maneira de rastrear contato utilizando smartphones. A tecnologia foi disponibilizada para 22 países nesta quarta.



Fonte: G1