Operação contra organização criminosa que rouba veículos tem presos em casas de luxo de Araruama

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A Polícia Civil do RJ prendeu, nesta sexta-feira (27), 20 pessoas na Operação Oxicorte, contra uma organização criminosa que assalta, furta e recepta veículos. Segundo a polícia, a movimentação financeira chegava a cerca de R$ 500 mil por mês. 

Alguns dos alvos foram presos em casas de luxo — duas ficam em Araruama, na Região dos Lagos. Dois suspeitos estão foragidos. 

A ação foi coordenada pelo Departamento-Geral de Polícia Especializada, por meio da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis, e contou com a participação de 120 agentes. 

O objetivo era cumprir 22 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão.

Segundo o delegado Márcio Braga, diretor da especializada, a quadrilha fazia todo o processo: roubava ou furtava, cortava para retirar e revender peças, adulterava características e clonava para venda. 

“A investigação começou há dois anos e é um desdobramento de uma ação que aconteceu em 2020, quandro outras pessoas foram presas. Eram 40 mandados de busca e apreensão, e a organização criminosa focava em veículos antigos, de 90 e 2000, com 20 anos de uso”. 

“Reparamos que aumentou número de roubos de veículos desse tipo. Roubavam e furtavam na Zona Oeste. Levavam eles pra Região dos Lagos e a partir daí faziam abastecimento dos desmanches. Hoje praticamente desmantelamos todo mundo. Telefones, peças, chaves, tudo apreendido”. 

Em conversas telefônicas interceptadas com autorização da Justiça, a polícia descobriu que o bando também aceitava carros roubados por terceiros, chamados de “meninos”. 

Os investigadores também afirmam que os veículos eram minuciosamente vasculhados a fim de localizar rastreadores. 

Outro foco da investigação são os receptadores, que abastecem o mercado. Segundo a polícia, são feitas ações diariamente em ferros-velhos. 

“Representamos pela prisão de receptadores e roubadores. Não era receptação simples. Eles encomendavam marca e modelo do veículo antes do crime. Quando o roubador saía, ele sabia o carro que tinha que roubar. Tudo isso foi corroborado hoje”, disse o delegado-assistente, Jefferson Nascimento.

Segundo o delegado Márcio Braga, diretor da especializada, a quadrilha fazia todo o processo: roubava ou furtava, cortava para retirar e revender peças, adulterava características e clonava para venda. 

“A investigação começou há dois anos e é um desdobramento de uma ação que aconteceu em 2020, quandro outras pessoas foram presas. Eram 40 mandados de busca e apreensão, e a organização criminosa focava em veículos antigos, de 90 e 2000, com 20 anos de uso”. 

“Reparamos que aumentou número de roubos de veículos desse tipo. Roubavam e furtavam na Zona Oeste. Levavam eles pra Região dos Lagos e a partir daí faziam abastecimento dos desmanches. Hoje praticamente desmantelamos todo mundo. Telefones, peças, chaves, tudo apreendido”. 

Em conversas telefônicas interceptadas com autorização da Justiça, a polícia descobriu que o bando também aceitava carros roubados por terceiros, chamados de “meninos”. 

Os investigadores também afirmam que os veículos eram minuciosamente vasculhados a fim de localizar rastreadores. 

Outro foco da investigação são os receptadores, que abastecem o mercado. Segundo a polícia, são feitas ações diariamente em ferros-velhos. 

“Representamos pela prisão de receptadores e roubadores. Não era receptação simples. Eles encomendavam marca e modelo do veículo antes do crime. Quando o roubador saía, ele sabia o carro que tinha que roubar. Tudo isso foi corroborado hoje”, disse o delegado-assistente, Jefferson Nascimento.

Fonte: Jornal de Sábado